Brincando no Edvino

Como todos já sabem passei o carnaval em Curitiba visitando meus familiares. Mas nem por isso não sería uma oportunidade interessante para conhecer lugares e novas pessoas. E foi o que aconteceu! Mesmo depois de uma longa viagem me encontrei com o Leonardo do Viva o Vinho e esposa para uma noite agradável.

O local escolhido foi o Edvino, Bar de Vinhos e Restaurante, um dos raros locais no Brasil onde podemos consumir vinhos em taça. A casa conta hoje com uma adega com mais de 500 rótulos a disposição do cliente, e aproximadamente 40 rótulos estão disponíveis em taças. Tudo isso administrado pelo Sommelier Ewerton Antunes.

Além do competente sommelier os garçons conhecem bem a arte de servir e demonstram bom conhecimento em relação aos vinhos e pratos oferecidos. Com opções de ambientes variados, o Edvino oferece os serviços de bar e restaurante num local refinado com o melhor da boa gastronomia, não sei ao certo, mas pelo que ví no cardápio a culinária é franco-italiana. Tudo isso faz jus ao nome, afinal é divino!

Mas o que mais interessa no mundo do vinho se não os prazeres! Um excelente local, boas taças de vinho e companhia agradabilíssima. Optamos por passar a noite brincando com as opções de vinho em taça e beliscar alguma coisa aqui ou acolá. Foram ao todo oito vinhos e cinco horas de descontração e divertimento.

Dos oito vinhos, bebemos um espumante, um madeira, um rosé, dois brancos e três tintos, brincamos legal! Não fiz anotações, mas gostaría de destacar alguns deles por serem muito interessantes.

Os dois brancos eram diferentes do que estamos acostumados, eu pedi o Santa Digna Gewurztraminer da Miguel Torres chilena, digamos assim, diferente porque apresentou um nariz mais verde e frutado do que os florais que costumamos sentir. A carambola era seu aroma mais interessante, bem identificado pelas esposas. Na boca este vinho também tinha uma maior acidez que o normal da gewurz. Um vinho bem interessante.

Mas o Painter Bridge Chardonnay que o Leonardo pediu, chamou muita atenção, primeiro pela cor amarelo esverdeado, longe do tradicional amarelo com tonalidade dourada que os chardonnay's por aí oferecem. Nariz e boca interessantíssimos pois a madeira estava mais dominada, saltavam as frutas cítricas. Um vinho bem fresco e um estilo de Chard diferente, vale a experiência!

Quanto aos tintos, vou destacar o Château Kefraya, vinho libanês do Vale do Bekaa, corte de cinco uvas francesas, com corpo médio e boa acidez. Um vinho interessante e bem gastronômico, vai acompanhar bem carnes temperadas pois tem aromas de ervas e aromas herbáceos fantásticos.

Nos tintos ainda temos o elegante Chatêau Cantegril 2004 de Pierre & Denis Dubordieu, corte proporcional de Cabernet Sauvignos e Merlot. Muito aromático e elegante com taninos finos e agradáveis, um vinho para uma noite especial.

Finalizamos a noite com uma harmonização sugerida pelo Leonardo, Queijo de Cabra e Vinho Madeira, um Justino's. São por essas harmonizações que nos apaixonamos pela enogastronomia!

Ao amigo Leonardo espero que este seja o primeiro de muitos encontros e jantares que faremos.

A você que é de Curitiba, ou que vai passear uns dias por lá, conheça o Edvino, vale a pena! Confira o ambiente logo abaixo.

Forte Abraço a todos!

Almoço no Velho Madalosso

Estar com a família é um dos melhores prazeres que um feriado prolongado nos proporciona. Neste Carnaval viajei até Curitiba a fim de visitar os meus pais e irmão. E na segunda de carnaval fomos almoçar em um dos melhores e mais tradicionais restaurantes da cidade: o Velho Madalosso.
Todos que visitam Curitiba são conduzidos ao Novo Madalosso para conhecer a culinária tradicional de Santa Felicidade. Eu por ser um curitibano mais tradicionalista prefiro o Velho Madalosso, na verdade quando estou lá me lembro da minha infância.
Enfim, o Velho Madalosso não é um restaurante de alta gastronomia mas oferece a tradição num rodízio de carnes, massas e acompanhamentos como a polenta frita, risoto, entre outros. Tudo muito bem feito e com o característico tempero italiano além de preço convidativo, R$ 24 por pessoa.
O ambiente é amplo, pé direito alto, e o atendimento é bom. Hoje a casa tem uma adega climatizada que está próxima dos trezentos rótulos, com alguns muito tradicionais e aclamados pela crítica como o Sassicaia 2004, o Vega Scilia Unico 1998, Moet Chandon Brut Imperial, etc. A casa foca claramente os tintos pois estes acompanham melhor a culinária oferecida. Tudo isso é obra do Somelier Renato Oliveira.
Mas como enófilo apaixonado pelos brancos que sou comecei com o Santa Julia Torrontés! Vinho argentino de cor amarelo palha com reflexo esverdeado, aromas florais bem claros e uma lembrança de maracujá que se confirmou no retrogosto. É um vinho leve e com boa acidez e álcool redondo, sem sobras! Bem gastronômico, este vinho acompanhou muito bem o Nhoque de Rúcula e Tomate Seco assim como o Conchiglione de Figo.
Nos tintos optei pelo campeão de vendas Quinta do Cabriz Colheita Seleccionada 2006, bom vinho portugûes de cor rubí violácea e bem "chorão". Aromas de frutas se destacaram, especialmente a ameixa preta, com o passar do tempo desenvolveu café. Este tinto seca bem a boca, deixando sabores frutados, também tem boa acidez, o álcool e a madeira estão bem integrados, casou bem com as carnes, frangos e as massas tradicionais.
Finalizamos com as sobremesas... Merengue de frutas vermelhas, profiterólis, tudo da melhor qualidade, só não deu para pedir um Late Harvest, a casa oferecia alguns muito bons, porém nós já estávamos extrapolando...
Foi um almoço muito prazeroso, daqueles que não terei preguiça de repetir...
Forte Abraço!

Two Oceans Rosé 2006

Rosé, Shiraz

País: África do Sul - Stellenbosch

Two Oceans Wines

Preço: R$ 25

Este é o meu rosé para Confraria Brasileira de Enoblogs! Ficou acordado que escolheríamos um rosé para o dia 15 de fevereiro, portanto estou atrasado.

Sempre fui fã dos rosés, principalmente pela leveza e pela cor, normalmente encantadora. Também sou fã dos vinhos sulafricanos e lamento que eles cheguem a preços proibitivos para a grande maioria, geralmente acima dos R$ 50.

Este Two Oceans é uma exceção, chega a "modestos" R$ 25 e podemos encontrar tintos de Pinotage e Shiraz, além do rosé, nas gôndolas de supermercados facilmente.

De um vermelho coral e vivo ainda, este vinho é chorão com lágrimas abundantes e finas, além de halo aquoso perceptível. Os aromas de morangos silvestres são complementados maravilhosamente por nuances florais.

Na boca o corpo é leve e saboroso com a lembrança da fruta bem presente, álcool integrado e sem arestas (apenas 12% do volume) garante uma certa elegância a este vinho. A boa acidez deste vinho também é destaque e torna-o bem gastronômico.

Um rosé interessante que pede aperitivos, especialmente os baseados em frutos do mar, como uma boa porção de camarão a alho e óleo, naquele aperitivo de almoço com os amigos que vai levar a tarde toda numa maravilhosa tarde quente do nosso verão

Peço desculpas aos confrades pelo meu atraso.

Forte Abraço!

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Homenagem a Ângelo Salton

Durante a semana que passou muitas e justas homenagens foram feitas ao presidente da Salton, infelizmente em virtude de seu falecimento. Estou no mundo do vinho há pouco mais de um ano e não tive a oportunidade de conhecer o Sr Ângelo Salton, mas agradeço pelo empenho no fomento do mercado vinícola brasileiro.

Mais imbuído do que eu pelo desejo de homenagear a Salton e sue presidente, o Alexandre (Diário de Baco), sempre ele, me convidou a abrirmos os ícones da vinícola num jantar, imagine se eu fui capaz de pensar em recusar, o que de melhor poderíamos fazer?

Assim tivemos na mesa ontem acompanhando o Filet Mignon a Sauce Chasseur um Desejo 2005 e um Talento 2004. Dois bons vinhos, redondos e equilibrados, com a fruta e a madeira bem integradas. Vinhos que sempre serão boas companhias para a comida, especialmente carnes vermelhas mais leves como o filet mignon.

O Talento tem mais corpo e um potencial de envelhecimento maior, deve ser mais longevo, os reflexos violáceos de sua cor rubí eram mais profundos além de tingir a taça e depósitos sólidos ficarem no fundo da mesma. Este vinho suporta melhor o acréscimo de molhos e condimentos mais fortes ao prato, achei ele mais gastronômico.

Já o Desejo por sua vez é a expressão do terroir da Serra, frutado e extremamente gentil quando falamos de taninos, tem corpo médio e pede carnes grelhadas para acompanhar, seus nuances aromáticos ressaltam as frutas negras mais doces lembrando as geléias. Aves bem temperadas podem ser outra boa opção de harmonização.

Um brinde a Ângelo Salton!

Forte Abraço!

Degustação Vertical Viu 1 - Viu Manent

Prezados amigos, na última terça tive o prazer de participar de ua Degustação Vertical do Via 1, da vínicola Viu Manent. Estiveram neste evento aproximadamente 120 pessoas, entre elas nosso amigo bolgueiro Alexandre (Diário de Baco). Esta degustação foi organizada pela ABS Campinas, que está de parabéns por nos criar esta sensacional oportunidade.
O Viu 1 é o vinho top deste excelente produtor que fica localizado no Valle del Colchagua. Em algumas de suas plantações já trabalha com o conceito de vinhos orgânicos há mais de cinco anos. Tem mais de 70 anos de tradição e conta sempre com consultorias excelentes para a melhoria do seus produtos, entre elas é de conhecimento geral que o proprietário da Viña Montes dá consultoría a Viu Manent. Além de enólogos neozalandeses ajudam no desenvolvimento dos brancos.
Outro fato que me atraiu muito para esta degustação é a minha viagem para o Chile que acontecerá na segunda quinzena de março. Nela está programada uma visita a Viu Manent.
Retornando ao Viu 1, ele é um blend de Malbec com Cabernet Sauvignon. Isso mesmo! Malbec! Normalmente 90% do corte é composto de Malbec, o que torna o Viu 1 um vinho ainda mais interessante, pois ele, sem a menor sombra de dúvida, é um Malbec diferente. Conste ainda que ele estagia no mínimo 20 meses em barricas de carvalho.
São vinhos premiados e marcantes. O Viu 1 2005 recebeu 92 pontos de Parker. O guia de vinhos argentino Austral, em determinada publicação anual, que não sei qual é, elegeu o Viu 1 como o melhor Malbec do ano! Depois disso o guia Austral passou a analisar apenas vinhos argentinos, curioso... risos...
Enfim, a degustação vertical foi realizada com 5 safras: 2001, 2003, 2004, 2005 e 2006. Todos vinhos excelentes, muito estruturados e bem alcóolicos, há safras com 15% de grau alcóolico. Cargas tânicas sempre elevadas porém finas e muito complexos tanto na boca como no quesito aromático, com grande variação de aromas e persistência aromática fascinate. Todos os vinhos com potencial de guarda enorme.
Quero destacar duas safras: a 2001 e 2005. Ambas pela complexidade aromática! Costumo dizer que os aromas são a parte mais fantástica do vinho e ao mesmo tempo a mais curiosa e engraçada, pois as lembranças de quem degusta podem ser completamente diferentes e dizerem a mesma coisa. Não vou citar exemplos, mas acredite!
A safra 2001 desenvoveu aromas fantásticos, começou com frutos negros em geléia, relamente aquela percepção doce partindo daí para um toque herbáceo marcante, destaque total para as ervas! Acompanhadas de especiarias, pimenta e notas de couro. Com tudo isso junto acabei me lembrando de carne temperada. Não é o aroma que os mais conservadores irão gostar de ler, mas sinceramente a mescla dos aromas me trouxe essa sensação, que admito foi prazerosa. O Viu 1 2001 é um vinho já rubí sem reflexos, com halo aquoso pequeno. Tem bom corpo, sendo harmonioso em todo seu conjunto. Os taninos são finos e agradáveis. Não há nenhum excesso! Final longo, deixando a boca após um bom tempo com gosto de quero mais. Pode ser guardado por mais 5 anos facilmente.
Então falemos do 2005, depois dos aromas nitidamente herbáceos a madeira apareceu trazendo elegância sem igual. Começou com um café torrado muito gostoso, passou ao caramelo e atingiu o ápice: Bala Toffe! E assim ficou a noite toda, uma persistência aromática muito acima da média. O Viu 1 2005 é um vinho rubí violáceo, chorão e sem halo aquoso, muito estruturado e com uma aresta de álcool, devido a sua juventude, um bom tempo de garrafa fará bem, pelo menos 10 anos, se tivermos a paciência. A carga tânica é bem maior em relação ao primeiro e não tão madura ainda, mas não chega a ser ruim, apenas precisa de tempo para se desenvolver. Final longo, uma eternidade!
Este vinho custa R$ 520, infelizmente não é para todos, mas caso tenha uma oportunidade como esta, não vacile! Valeu muito e com certeza será uma noite de muito aprendizado e diversão.
Obrigado a ABS Campinas por mais esse maravilhoso evento.
Forte Abraço!

Notas de Degustação: As Cores do Vinho

Os vinhos tem diversas cores, no processo de degustação procuramos identificá-las, pois assim como o halo aquoso elas denotam a idade do vinho. E saber a idade do vinho ajuda a decidirmos o que faremos com as outras garrafas que temos em cada uma de nossas adegas.
Começemos com a seguinte informação: todo vinho evoluí para a cor âmbar, seja o vinho tinto, branco, rosé, espumante, sobremesa, etc. Quando o vinho atinge esta cor ele está em declínio e o melhor momento de consumo já passou. Trocando em miúdos: o vinho está praticamente estragado.
Os vinhos tintos tem como cor básica o rubí, podendo ser opaco ou translúcido, mas o rubí é a cor inicial do vinho tinto. Esse rubí começa com tons violáceos na juventude do vinho, esses tons ou relexos podem ser percebidos quando inclinamos a taça para frente e observamos a borda da bebida.
Esse reflexo violáceo evoluí para um vinho rubí sem reflexos, ou seja o vinho é rubí puro, segue então para um reflexo que começa a se tornar laranja, conhecido no meio por reflexo atijolado. Neste momento o vinho começa a atingir a sua maturidade e o momento de consumo beira a perfeição.
O processo continua e o vinho como um todo evoluí para uma cor granada e por fim os reflexos se tornarão âmbar e finalmente o vinho tornar-se-á âmbar.
Vamos fazer uma ressalva agora: nem sempre o momento ideal de consumo do vinho é o de cor rubí com reflexos atijolados. Em muitos casos o vinho é feito para ser bebido em sua juventude, muitas vezes o enólogo sugere, através do contra-rótulo, que você consuma logo o vinho, faça isso!
A evolução do vinho o transforma e muitas vezes a idade não é benéfica. Aplique o conceito de evolução do vinho, auferida através da cor, para vinhos de maior e reconhecida grandeza. Os vinhos do dia a dia normalmente devem ser consumidos enquanto são jovens.
Retornemos as cores. Vamos falar dos brancos agora. Os vinhos brancos nascem brancos, mas raramente você terá a oportunidade de ver um vinho branco de tom branco, pois muito rapidamente eles evoluem para amarelo palha que é a cor que estamos acostumados a ver.
Uma boa sugestão para você ver um vinho branco sem reflexos são os Sauvignon Blanc's da Nova Zelândia. Se comprarmos algum da safra 2008 teremos uma chance. Minha dica é Saint Clair Marlborough que é comercializado pela Grand Cru. Outro é o português Quinta do Cabriz Branco, que já postei aqui, mas a safra 2006 já evoluiu de cor, aguardemos a 2007 chegar as nossas prateleiras...
Bom, posto isso, o vinho branco evoluí para um amarelo-palha e os reflexos costumam ser esveredados. Segue assim até perder esses tons e assumir outros mais dourados, para uvas como a Chardonnay este é o melhor momento de consumo. Para outras como a Sauvignon Blanc o melhor momento já passou, era no tom esverdeado ainda.
Então para brancos não temos um melhor momento de consumo? De uma maneira geral é melhor consumirmos os brancos durante a juventude, nesse período as características mais marcantes destes estão de fato no auge. A Charodnnay e a Riesling são exceções.
Seguindo com as cores, de amarelo-palha com relexo dourado o vinho evoluí para o amarelo-ouro, cor comum para muitos vinhos de sobremesa que podem inclusive passar anos com essa cor, por fim os tons ou reflexos âmbar surgem e finalmente a cor âmbar.
Muito importante é saber que um vinho branco, devido a sua delicadeza, evoluí e envelhece muito mais rapidamente que um tinto, portanto o auge do vinho tem um tempo infinitamente menor que o do tinto. Logo não faça grandes estoques de vinho branco compre o que vai consumir em alguns meses.
Os espumantes seguem as mesmas regras dos brancos, apenas tem o fato de serem muito mais longevos que os brancos. Já os rosé's evoluem do cereja, seja ele mais claro ou mais escuro para o âmbar diretamente e denotam tons alarnajados rapidamente, conhecidos no meio como "reflexos de casca de cebola" por ser um laranja mais suave.
Lembre-se que esse texto é apenas uma referência e o seu paladar pode se adaptar a um momento diferente do vinho para o consumo, sendo este então o melhor momento! Vinho bom é aquele que você aprecia.
Forte Abraço!

Coleccion Pinot Noir 2007

Tinto, 100% Pinot Noir

País: Argentina

Michel Torino

Preço: R$ 21

Este é o vinho do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs, escolhido gentilmente pelo meu amigo Rafael do De Vinho em Vinho. Um Pinot Noir argentino do Valle del Colchaquí, a 1.700 mts de altitude.

A Pinot Noir, uva originária da região da Borgonha (França), talvez seja a mais delicada das uvas tintas e também de maior cuidado na produção. Talvez esse seja o grande motivo para encontrarmos bons custos-benefício de vinhos feitos a partir desta cepa.

Este vinho foi bem e com certeza é surpreendente pela sua faixa de preço. Dificilmente você vai encontrar outros Pinot's com a mesma qualidade por este preço.

Está jovem denotando uma cor rubí translúcida com reflexo violáceo e sem a presença do halo aquoso. Os aromas são de frutas vermelhas frescas, a cereja aparece trazendo elegância.

Na boca uma aresta de sobra de álcool não diminuí o brilho do corpo levíssimo, rerogosto frutado. A carga tãnica é pequena e madura. Um bom vinho para o nosso verão, especialmente pela sua leveza.

Vai bem com comidas leves, grelhados e aves como peru.

Forte Abraço!

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