Porto! Cockburns Tawny 20 anos

Vinho do Porto

Portugal - Porto

Cockburns Smithes e Cia SA

Preço: Acima de R$ 100

Chegamos ao maior patrimônio do vinho português: os Vinhos do Porto!!! Produzidos a centenas de anos, os Portos são conhecidos mundialmente por sua elegânciae distinção. Classificar um Porto como digestivo é ofendê-lo! Forte isso, nem tanto... Vinho do Porto é Vinho do Porto! É único, é original, é emblemático... assim como os vinhos da Madeira, os Borgonhas, os Riojas, etc e tal...

A região onde é produzido o vinho do Porto e á mesma do Douro. As uvas e obviamente o clima, geografia e solo são os mesmos. Normalmente finalizam a degustação, tem características doces, e sempre são um gran finale!

Acho que o que causa mais confusão é entender a quantidade de categorias, classificações que um vinho do Porto pode ter, coisa de português... risos. Perdoem os patrícios, mas é impossível resistir... Primeiramente são formados por duas grandes famílias, estilos: Portos Ruby e os Tawny. Mas existem os Portos Brancos também...

Sem complicações, vamos lá! Quer entender? www.ivp.pt, site do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto. Rota: Vinhos>Vinhos do Porto>Introudução e Categorias Especiais. O site é claro e objetivo, vale a pena!

Bom vamos falar do nosso exemplar! Um tawny (aloirado) com passagem em madeira e características de 20 anos de vida. Porque dentro desta garrafa podemos ter parcelas do vinho com 10 anos e outras com 30 anos, o importante é que o vinho tenha característica de 20 anos de idade!

Cor âmbar claro, lembrando um whisky... halo aquoso ainda pequeno e espessas lágrimas correm lentamente pela taça. Sinceramente, só de olhar, já tive aquela sensação de preguiça que vem depois de um bom almoço, eu ali esperando a sobremesa... risos

Os aromas trazem amêndoas torradas e frutas secas, com muita intensidade, persistência e boa complexidade.

Na boca, doce! Mas não melado e sim elegante! Corpo médio com aquela sobra de álcool característica (20%), num Porto isso não é defeito! Bom ataque na boca, sem amargor, sem adstringência e retro-olfato de frutas secas. Excelente equilíbrio reforçando a elegância.

Por não ser tão doce precisa acompanhar sobremesas mais leves. Mas ele encerra a refeição por si só com maestria! Acho que não harmonizaría com nada...

Continuo atrasado! Já estamos em Junho e nem passei por Espanha, nem Itália... coitada da Alemanha, vai ficar só com um post... Mas espero que estejam gostando. Ainda em Portugal temos a Quinta da Bacalhôa pela frente e mais uma degustação... Aguardo os comentários e sugestões.

Forte Abraço!

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