Abre Aspas: James Woods e os Benefícios do Vinho

Estava assistindo o "Amantes do Vinho" no Discovery Travel & Living e passou um pequeno trecho de uma entrevista com o James Woods, ele estava falando sobre os benefícios do vinho etc e tal e finalizou:
"... vinho é uma das coisas que mais gosto da vida! E ainda é mais barato que sexo!"

Tenuta Delle Terre Nere Rosso 2008

Tinto, 100% Nerello Mascalese
Itália - Scicilia
Tenuta Delle Terre Nere
Preço: R$ 90
Este foi o vinho que abriu as atividades na noite do inesquecível Almaviva 1999... Um sciliano surpreendente tem características que lembram um Borgonha tanto que harmonizou perfeitamente com um Agnolotti de peru ao molho de Porcinni.
Grande dica do Diego este vinho! As uvas são plantadas na encosta do Etna e tem uma das altitudes mais elevadas do continete europeu, cerca de 900m.
Apresentou cor rubí translúcida e lágrimas finas e abundantes, novo ainda sem halo aquoso. Os aromas remetiam a um Borgonha, frutas vermelhas como cereja e framboesa frescas, evoluindo para notas terrosas e animais, passando por especiarias como pimenta do reino e terminando em chocolate e café. Muita complexidade aliada a intensidade e persistência aromática para este vinho.
O ataque na boca foi de leveza e frescor. Retrogosto frutado, confirmando o nariz, e com boa persistência. Corpo leve, acidez em alta e álcool equilibrado, nenhum sinal de amargor.
Vale a pena conhecer este vinho.
Forte Abraço!

Fortaleza do Seival Tannat 2006, Redondo!


Tinto, Tannat
Brasil
Miolo
Preço: R$ 25
Esse Tannat supera as expectativas! Quem espera um vinho rústico e forte se engana. Este nacional esbanjou categoria e está em ótimo momento para consumo.
Fácil de beber apresentou cor rubí violácea, muitas lágrimas e halo aquoso discreto. Os aromas remeteram a frutas negras em geléia com nuances de ervas e herbáceos, boa intensidade aromática.
Na boca o ataque foi convidativo a mais um gole! Apesar da grande profusão tânica, estes estavam macios equilibrando o bom corpo, álcool e boa acidez. Final de boa persistência e retrogosto confirmando as frutas.
Boa opção para o dia a dia podendo acompanhar carnes e massas em geral.
Forte Abraço!

Almaviva 1999, Vivo e Inesquecível!!!

Há um bom tempo adquirí este Almaviva e decidí aguardar até que ocorresse um sucesso profissional na minha carreira para abrí-lo e comemorar... Demorou um pouco mas ocorreu, em janeiro deste ano.
Confesso que olhei algumas vezes para a minha adega imaginado se ela não ficaría mais pobre ou deprimida com a retirada de um grande vinho, confesso que olhei para a garrafa e por mais de uma vez procurando uma desculpa para não abrí-la, enfim, confesso que não encontrei tal desculpa.
Lembrei que os vinhos são feitos para comemorar, festejar e que promessa é promessa e eu tinha de cumprir a minha. Achei, porém, que não devía beber o vinho sozinho, afinal o que é da vida sem a família, sem os amigos? Bom... convidei o Alexandre e o Daniel para bebermos e festejarmos.
Com o passar do tempo a melancolia, em que eu mergulhei quando decidí abrir o vinho passou e a expectativa emergiu com força, rompendo qualquer barreira...
Enfim chegou o dia, uma quinta-feira,  uma noite agardável de temperatura amena e chuva fina. Decidímos confiar o serviço do vinho a Enoteca e Restaurante Olivetto mais precisamente ao excelente Sommelier Diego Arrebola.
Chegamos por volta das 19:30hs e entreguei meu "filhote" ao Diego que prontamente nos recebeu de forma cortês e agradável. Nos sentamos numa mesa ao fundo do restaurante e começamos com um Proseco afim de limpar o palato.
Acordamos por um primeiro vinho, antes do Almaviva, para aquecermos as turbinas e relaxar. Provamos um jovem tinto italiano do Etna, brilhantemente harmonizado com o primeiro prato e que prometo comentar em outro post.
Após uma hora e meia era chegado o momento, admito que sentí uma certa tensão no ar quando o Diego iniciou o serviço, a expectativa já era enorme a essa altura. Poucos segundos depois o vinho estava na minha taça, surpreendía pela forte cor rubí, intensa e viva, demonstrando toda jovialidade desse caldo.
O painel aromático era complexo e intenso. Frutas vermelhas e negras deixando de ser maduras, mais doces ainda, alcançando uma geléia... aromas herbáceos, nuances de menta, especiarias das mais diversas com destaque para a pimenta do reino... e o vinho ainda evoluiu para notas balsâmicas, couro, caramelo e chocolate.
Mas se eu havía achado o vinho vivo em sua cor, o enorme ataque dele na boca me fez questionar sua idade. Um pouco incrédulo notei um conjunto integrado e de persistência duradoura. Encorpado, saboroso! Como uma criança sua acidez se pronunciava demonstrando sua vivacidade. O Almaviva encantava por sua juventude, por sua presença! Inesquecível!
O Diego harmonizou com cordeiro, purê de brócolis e temperos chilenos, ficou muito bom! Mas, com todo respeito ao trabalho do Diego, talvez não importasse, porque o vinho foi um espetáculo a parte e poder dividir as alegrias e os prazeres da vida com os amigos é a melhor harmonização.
Ainda teve um Sauternes, mas essa história fica para outro post...
Forte Abraço!

Chateaneuf du Pape Clos des Papes Blanc 2006, Esplêndido!!!

Branco, Grenache Blanc, Roussane, Cairette, Picpoul, Picardan, Bourboulenc
País: França
Preço: R$ 369
Era domingo de Carnaval e já faz algum tempo que não me interesso pela folia... Dia para receber bons amigos em casa, dia para um bom almoço... Pela primeira vez recebía o João Filipe e a Claudete na minha casa.
Como vocês sabem o João Filipe tem um blog que é uma referência! É o Falando de Vinhos! Há algum tempo quería convidá-lo para almoçar mas só agora surgiu a oportunidade. Também quería abrir um Chateauneuf branco.. três garrafas em casa... duas do referendado Clos des Papes...
Bom o almoço começou com uma entrada de camarões temperados com limão sciciliano e um Casas del Bosque Gran Reserva Sauvignon Blanc 2008, que é marcante pelo seu equilíbrio em boca. Fresco mas com corpo médio sustentou bem o prato, principalmente pelos seus nuances herbáceos e de frutas cítricas.
Vocês que acompanham o Vivendo Vinhos sabem que eu curto uns pratos mais exóticos mas não podería me arriscar com um vinho como o Chateauneuf... Logo consultei o amigo Diego sobre uma possível harmonização e ele me sugeriu Namorado ou Tambaqui, pois são peixes de carne mais consistente que sería ideal para uma boa harmonização. Mas eu não encontrei o tal do Namorado... Me sugeriram a Gurijuba, eu aceitei e me dei bem! Se vc quiser conhecer um pouco mais sobre o pescado o João Filipe fez uma curta pesquisa...
Voltemos ao vinho! O Chateaneuf é um belíssimo vinho que realmente deve ser guardado para momentos especiais! A cor ainda era amarelo palha com leve reflexo esverdeado, muito chorão, demonstrando os 15% de álcool.
Já o nariz não demonstrava nenhum sinal do álcool, muito elegante e complexo. Com boa intensidade as notas florais tomaram conta. Alguma fruta branca estava por lá e notas minerais foram timidamente surgindo.
Na boca o ataque foi elegante. Encorpado, com grande textura na boca, mas sem perder a delicadeza e a elegância, robusto mas fino. Untuoso, mas sem aquela manteiga exagerada dos Chardonnay's do Novo Mundo. Uma explosão de sabores na boca com destaque para aquela lembrança de pêssego... Persistente, de final quase interminável! E o álcool? Integrado, amaciando o palato.
Um grande vinho! Percebe-se todo sua jovialidade ainda mas não tem como deixar de notar seu potencial de guarda. Três talvez cinco anos para descobrirmos mais dos seus encantos. Dizem os entendidos que quando esses Chateaunef's atingem oito anos os aromas remetem a flor de laranjeira...
Enfim a harmonização! Seguindo os conselhos do Diego preparei um molho de laranja para acompanhar o peixe e o vinho.  Deu certo! Fechou perfeitamente com o prato. Valeu a pena! Ao Diego... obrigado!
Forte Abraço!

Almoço de Domingo: Camarão na Moranga e Down Under Chardonnay 2007

Esse prato não foi nem de minha nem da autoria da minha esposa e sim de um prima nossa. Também não foi num domingo. Mas que dá um baita almoço de domingo, isso dá!!!
Era aniversário dessa prima e ela nos convidou para almoçar, na nossa família ninguém compra vinho pra mim, o pessoal tem medo de errar... bobagem! Mas, faz parte... Então tive a árdua missão de escolher um vinho para o almoço...
Bom comecei pensando nas caratcterísticas do prato, o camarão e o requeijão são untuosos, a prima sempre coloca champignon também, mais um componente untuoso além da própria moranga que acrescenta algo de doce ao prato. Os temperos estão lá mas não equilibram o prato, mantendo assim a característica untuosa como dominante, digamos assim...
Os acompanhamentos seriam arroz e batata palha, o primeiro é inócuo e o segundo corrobora das características do prato principal... Enfim precisava de um vinho com acidez viva para confrontar o prato mas que também tivesse um bom corpo.
Minha primeira idéia foi um Riesling devido a estupenda acidez dos mesmos, mas depois achei que para os que eu tinha na adega faltaría corpo... Um chardonnay começou a me parecer uma idéia interessante, tinha que ser novo pela acidez, mas se tivesse um pouco de madeira tería untuosidade também o que podería ajudar na harmonização... mas tinha que ser pouca madeira... eis que me lembro do Down Under´s.
Partí para casa da prima, gelei a vítima e acertei! O vinho e o prato funcionaram bem, o que mais gostei que o sabor da moranga e da fruta do vinho se realçaram. Ainda para minha surpresa a acidez do vinho superou minhas expectativas...
Conversando com a prima ela me disse que esse almoço não sai caro não e que uma boa moranga serve de 06 a 08 pessoas. Apesar de camarões e champignons não serem dos produtos mais baratos, acredito que este prato fique até R$ 20 por pessoa, dentro da minha proposta.
Forte abraço!

Robert Mondavi Private Selection Zinfandel 2007

Tinto, 76% Zinfandel, 8% Malbec, 6% Merlot, 5% Syrah e 5% outras uvas vermelhas
EUA
Robert Mondavi
Preço: R$ 90
Outro dia comentei de um Zinfandel que não atendeu as expectativas já esse aqui a conversa é outra... Produzido por um dos grandes nomes dos EUA esse vinho demonstrou bom potencial.
Bebí esse vinho naquele almoço com o Daniel (Vinhos de Corte) e o Alexandre (Diário de Baco) e esse obteve um melhor resultado com a costela de porco ao molho agridoce.
Na taça apresenta cor rubí viva com leve reflexo violáceo. Os aromas de frutas negras maduras domina o painel aromático com destaque para os nuances de espceiarias como a pimenta. Ainda encontramos toques herbáceos e alguma coisa de defumado.
Na boca o bom corpo segurou o álcool e a boa acidez equilibrou o conjunto. O retrogosto confirmou as frutas e a persistência era boa.
Uma boa opção de Zinfandel no mercado, pena ser tão caro...
Forte Abraço!

Opinião Vivendo Vinhos: Brancos e Oprimidos


A segunda coluna do Vivendo Vinhos vem tratar do consumo do vinho branco. É notório para qualquer pessoa atenta que os tintos são a preferência mundial. Qualquer pesquisa rápida na Internet mostrará a diferença da quantidade produzida entre brancos e tintos. Apesar de ser um defensor e amante dos vinhos brancos e seus prazeres não tenho o objetivo de alterar o consumo do amigo ou amiga que lê esta coluna, apenas de abrir mais uma porta.
No mundo existem pesquisas que indicam crescimento do consumo do vinho até 2030, em que pese em 2008 o consumo ter caído. Os espumantes vão puxar a fila segundo as tendências, os rosados terão o seu espaço, mas os brancos devem ficar estacionados, uma pena!
Eu gostaría de entender a razão disso, mas... não sei! As vezes penso que está diretamente ligado ao fato dos vinhos tintos terem propriedades benéficas a saúde. Não é do conhecimento geral mas os vinhos brancos também trazem benefícios a saúde como melhoría da função pulmonar, são ricos em cálcio, magnésio e potássio e também são desintoxicantes e diuréticos, por fim normalmente os brancos são menos calóricos que os tintos.
Os vinhos brancos podem proporcionar muitos prazeres a mesa, seja através de suas próprias características como a leveza ou harmonizações magistrais tais como salmão ao molho de queijo versus chardonnay ou queijo de cabra versus sauvignon blanc. Tente também harmonizações inusitadas como salada de rúcula e temperada com azeite, pouco shoyu e sumo de laranja com um bom Torrontés argentino.
Também entendo que os brancos são o componente mais essencial de um jantar. Algumas vezes eles são o welcome drink outras vezes acompanham as entradas ou saladas, nesse momento digamos que os convidados ainda não estão embalados pelo álcool e portanto estão mais atentos ao que estão bebendo. Isso sempre me estimula a servir um bom branco por isso os experimento cada vez mais...
Dê uma oportunidade a um vinho branco! O Chardonnay demonstrará sua estrutura e volúpia, para a Viognier te encantar com sua elegância, para um Riesling te surpreender com aquele toque de mineralidade, para um Sauvigno Blanc te refrescar enfim dê uma chance para que as flores do Gewurztraminer se tornarem um jardim.
Por isso sugiro que não sejamos mais opressores dos vinhos brancos. Este espaço está aberto para você contribuir com sua opinião também. Quem sabe você conseguem em ajudar a entender porque bebemos muito menos vinho branco...
Forte Abraço!

Abre Aspas: Harmonização de Vinhos por Robert Parker

Na edição 25 da Wine Style enocntramos um trecho da entrevista que Robert Parker, o imperador do vinho, concedeu a Pancho Campo, Master of Wine onde promovem o Winefuture-Rioja09.*
Quando questionado sobre harmonização, Parker proefriu:
"... o componente mais importante de uma boa refeição é a escolha das pessoas com quem você a faz. Se isso for observado, a comida e os vinhos tendem a melhorar muito..."
* Segundo a publicação podemos encontrar a entrevista na íntegra no site do evento.

Degustação: Consorcio de Produtores Baden-Wurttenberg

Mais uma vez 05 bravos blogueiros se reuniram para uma degustação. Dessa vez organizada pelos amigos Jeriel da Costa e Beto Duarte que contaram com o apoio do Empório & Bistrô Vila Buarque. Os outros blogueiros eram o Daniel e o gde João Filipe Clemente.
Administrado por uma "figuraça" conhecida por Marcelo di Morais, você já pode ter ouvido falar dele... Bom o atencioso Marcelo nos proporcionou uma bela mesa com queijos, pães e patês, ótima massa para fechar o jantar e ainda serviço descontraído e ágil.
O mais legal porém sería a degustação que manteve aquele clima de amizade e mais informal dos nossos encontros. O vinho é o centro das atenções e não uma chatice técnica...
Com o apoio do Consorcio de Produtores Baden-Wurttenberg degustamos 05 vinhos alemães, que no meu caso pessoal me faz lembrar da minha infância e do meu querido pai que sempres tinha suas garrafas de brancos alemães a mesa, e não eram de garrafa azul...
O primeiro da noite foi o Dyade 52 Premium Range Pinot Grigio 2008 que infelizmente estava digamos estranhamente evoluído para tal cepa e safra. Uma pena pois o Jeriel já havía provado e nos garantiu que é um bom vinho. Não pudemos saboreá-lo como gostaríamos.
Seguimos então para o Dyade 52 Winemaker’s Edition Riesling 2008, um vinho interessante com uma nariz frutado e intenso e boca prazerosa mas ligeira. Pode ser o vinho de entrada de um jantar com os amigos ainda mais se for para acompanhar aquela salada de folhas...
O terceiro vinho da noite foi o mais típico, o Dyade 52 Connoisseur’s Choice Riesling 2008 apresentou aquele nariz complexo e intenso com nota mineral dominante e ainda os nuances florais e das características frutas cítricas. A boca confirmou com um ataque marcado pela acidez e final persistente. Ótima escolha para acompanhar pratos a base de camarão... Vinhaço!
O quarto vinho era um Pinot Noir, os Pinot's alemães tem crescido no mundo e eu já estava curioso! O Dyade 52 Premium Range Pinot Noir 2008 apresentou um típico nariz de Borgonha, com notas secundárias e terciárias, como estrebaria e terrosos além da fruta vermelha característica. De persistência aromática impressionante ficou um pouco aquém na boca. Apesar de bom equilíbrio e madeira bem integrada ao conjunto mostrou um final fugaz...
Fechamos com um Dyade 52 Connoisseur’s Choice Lemberger 2007, Lelberger é o nome desta cepa autoctone alemã, um vinho diferente que vale ser provado para sairmos do quadrado. Nariz de boa intensidade com toque herbáceo, mentolado... Na boca os taninos eram sedosos e o vinho saboroso.
Ainda tivemos dois franceses gentilmente cedidos pelos Marcelo para brindarmos a noite. Mas eles ficam para outro post...
Forte Abraço!

Casillero del Diablo Sauvignon Blanc 2009


Branco, Sauvignon Blanc
Chile
Concha y Toro
Preço: R$ 35
Neste mês de fevereiro tive o prazer de escolher o vinho do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs. Novamente optei por um branco porque apesar das chuvas o calor ainda é grande nesse Brasil...
Optei também por um vinho que é facilmente encontrado em qualquer supermercado e pela safra de 2009, essa devido a jovialidade ser fundamental para um bom sauvignon blanc já que a acidez é uma das características mais marcantes desta cepa.
A degustação confirmou a jovialidade, na análise visual o amarelo palha do vinho estava tomado pelo reflexo esverdeado, as lágrimas eram abundantes e o vinho era límpido e brilhante, como deve ser.
Os aromas demonstravam boa intensidade com os nuances herbáceos dominando do começo ao fim da degustação. Apesar de tímidos nuances de frutas como maçã o painel aromático se mostrou estável ao longo do tempo, o que admito me frustra. O vinho dava sinais de falta de complexidade...
Na boca mostrou um bom conjunto. Com a acidez em alta o Casillero é um vinho fresco, de médio corpo e que acompanhará bem frutos do mar especialmente os temperados com ervas. Mas apesar do retrogosto confirmar o herbáceo a persistência é ligeira, portanto um prato muito elaborado com certa diversidade de sabores pode matar o nosso amigo vinho...
Este Casillero se mostrou um bom vinho, porém temos sauvignon blanc's mais complexos nessa faixa de preço e procuraría por outras opções antes de comprar outra garrafa deste vinho. A safra 2007 dele apresentava melhor qualidade.
Forte Abraço!

Advertência

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