Bellini Canella, O Coquetel do Verão!!!


Tive a oportunidade de experimentar o Bellini Canella através do Winebar, Bellini, não é um vinho, mas um coquetel a base de vinho, de um espumante, o Prosecco. 
Explico melhor, é um coquetel composto de duas partes de Prosecco e uma parte de suco de pêssego branco e algumas gotas de framboesa que dão a charmosa cor de rosa a bebida. 
Os pêssegos são originários do Vêneto, a Canella tem uma produção própria dos pêssegos assim como das uvas, que vem de Conegliano e Valdobbiadene. 
O teor alcoólico é de apenas 5%, é uma bebida leve, refrescante e suavemente doce, vai muito bem como welcome drink, mas pode ser consumido em qualquer momento do dia ou noite.
A curiosidade é que o coquetel se chama Bellini em homenagem ao pintor italiano Giovanni Bellini que sempre utilizava a cor rosa em suas obras. 
Quer conhecer mais detalhes? Curte o vídeo aí!

 Forte Abraço!

Bueno La Valletta 2011


Sim senhor! Esse Bueno é de Galvão Bueno! Experimentei dois dos vinhos produzidos pelo ícone da narração esportiva brasileira. Falarei primeiro deste Sangiovese devidamente produzido na Bota, mais precisamente na vislumbrante Toscana. 
Já tinha experimentado o Bellavista Estate Sauvignon Blanc em uma feira, que aliás agradou! Portanto esse foi o segundo vinho da Bueno Wines que experimentei, graças a parceria que a vinícola realizou com o Winebar. A Bueno Wines produz vinhos na Campanha Gaúcha e na Toscana sob a direção do Enólogo Roberto Cipresso. 
Na Toscana, mais precisamente em Montalcino a vinícola se chama Poggio Al Sole e produz também um Brunello que se chama Bueno-Cipresso. Enfim vamos ao vinho? 
Este Sangiovese leva a denominação IGT, passa 14 meses amadurecendo em barricas francesas de segundo uso e mais seis em garrafa antes de ser comercializado. 
Cor rubi brilhante, aromas de fruta vermelha intensa, terra e notas de balsâmico, na boca é fresco, jovem e com boa estrutura. Os taninos estão maduros, o final é frutado e com boa persistência. 
Acompanhou pizzas muito bem e entendo que a culinária italiana é seu grande par à mesa! Que tal um Penne à Matriciana escoltado de porpetas para harmonizar? 
Forte Abraço!

La Chamiza Polo Amateur Malbec 2014 e uma Reflexão!


Nesse domingão que passou curti a família com um presente que recebi de outra família, a família Wine. A Wine está completando 06 anos e enviou 02 vinhos para que possamos celebrar, eu tratei logo de abrir um dos meus... 
O Polo Amateur é um vinho bem legal para quem está começando no mundo do vinho e também muito legal para quem já está desfrutando dos caldos de Baco há algum tempo. Digo isso porque este vinho é frutado ao extremo, para ser bebido jovem e sem muitas preocupações. 
Quando nos tornamos um enófilo mais experimentado, tendemos a deixar os vinhos mais simples e baratos em segundo plano, aprendi com o tempo que isso é um erro. Nem sempre pensei desta forma, achava que era um desenvolvimento natural do paladar. 
Mas percebi que com o tempo só experimentar vinhos mais estruturados faz com que percamos a referência da fruta vibrante e de seus prazeres. E pior, tem uma consequência indesejável, perdemos a noção do real valor e do esforço que um produtor tem que fazer para elaborar um grande vinho. 
Posto isso, voltemos ao Polo Amateur, que é um vinho da safra 2014, com 06 meses de amadurecimento em inox, sem passagem por madeira, e portanto está fresquíssimo para consumo, aliás está excelente para consumir e acredito que manterá a forma por mais um ano. 
Coloração rubí, com reflexos púrpuras, típicos de um Malbec. Como disse muita fruta na taça e uma pitada de ervas fresca para completar, se percebe tanto no paladar como nos aromas. Taninos macios e acidez moderada, na boca corpo médio e ponta doce. 
Este vinho faz parte da Seleção de 06 anos da Wine e pode ser adquirido por módicos R$ 22 clicando aqui! 
Forte Abraço e Boa Semana!

Segunda tem Winebar com os vinhos do Galvão!!!


Roberto Cipresso, winemaker da Bueno Wines
Nesta próxima segunda, 17/11 as 20hs, participarei de mais um Winebar, desta vez com os vinhos da Bueno Wines, a vinícola de Galvão Bueno, ele mesmo... "Pode isso, Arnaldo???" 
Pode sim... Serão degustados dois vinhos um brasileiro e outro italiano, como assim? O Galvão produz vinhos fora do Brasil também, acho bem legal! O vinho brasileiro será o Paralelo 31, um corte de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot, produzido na mais promissora região brasileira para vinhos, a Campanha Gaúcha. 
Já o vinho italiano se chama Bueno La Valletta Sangiovese, um varietal da mesma, produzido na apaixonante Toscana. Ambos vinhos são da safra 2011 e foram produzidos sob a batuta do italiano Roberto Cipresso, winemaker do grupo. 
Vale a pena conferir!!! 
Sobre o Winebar 
O Winebar é um projeto/programa ao vivo de degustações de vinhos e entrevistas com os enólogos, importadores ou proprietários das vinícolas que cederam os vinhos. Por todo Brasil winebloggers participam enviando perguntas, sugerindo harmonizações e muitas vezes vibrando com os vinhos. 
A transmissão é realizada através de um canal no You Tube, que você pode acessar clicando aqui! Ou através da aba 'Ao Vivo' no site: www.winebar.com.br  
Sobre a Bueno Wines 
Criada por Galvão Bueno, a Bueno Wines hoje produz seis rótulos: tinto Bueno Paralelo 31, espumante Bueno Cuvée Prestige Brut, Bellavista Estate Pinot Noir, Bellavista Estate Sauvignon Blanc; e os italianos, produzidos na região da Toscana, frutos de uma parceria com o winemaker Roberto Cipresso, Bueno La Valletta, Sangiovese e Bueno-Cipresso Brunello di Montalcino. Galvão idealizou e participou ativamente da criação dos vinhos. 
Sobre Roberto Cipresso 
Natural do Veneto, Roberto Cipresso dedicou-se, inicialmente, ao estudo das técnicas agrícolas. Depois mudou para a Toscana, onde começou sua carreira de enólogo em Montalcino, trabalhando com os mais importantes produtores de vinhos da região. Em 1999, fundou a Winemaking, grupo de consultoria agrônoma e enológica que atende vinícolas da Itália e do exterior. Seu conhecimento o levou a criar a Winecircus, uma adega-laboratório experimental, dedicada à pesquisa da atividade vitivinícola, em parceria com as Universidades de Padova, Trento, Pisa e Udine. 
Cipresso foi eleito o “Melhor Enólogo Italiano”, durante o “Wine Oscar 2006”, e o “Homem do Ano”, pela revista Men’s Health, em 2008, na categoria “Comida”. Seu Brunello di Montalcino Riserva 2006 La Fiorita foi listado como um dos melhores vinhos italianos no “Best Italian Wines Awards 2012” e recebeu a medalha de ouro no “Merano Wine Festival 2012”. 
Forte Abraço! 

Domaine Virginie Thunevin 2006


Jean-Luc Thunevin é um dos vinhateiros famosos de Bordeaux, produz o Bad Boy, um vinho muito cultuado que ainda não tive oportunidade de provar. Essa fama aliada a uma promoção de saldão da Wine fez com que eu adquirisse essa garrafa, paguei R$ 56 por ela, salve uma falha de memória. 
Com Bordeaux eu sempre espero uma boa oportunidade, uma oportunidade especial para desarrolhar o danado, afinal para nós brasileiros as oportunidades de um bom Bordeaux são poucas. Assim acompanhado do amigo Gil Mesquita (Vinho para Todos) fiz o serviço! 
Os 08 anos de idade estavam aparentes na taça, a cor era rubi, mas com os reflexos e bordas bem atijoladas, os aromas remetiam a frutas bem passadas e principalmente balsâmico e couro, além de bacon. Na boca o vinho tinha corpo médio, acidez moderada, retrogosto confirmando as frutas e taninos bem fininhos e aveludados. 
Apesar do peso da idade se sentir na taça, a elegância bordalesa se fez presente! Lamentei ter guardado o vinho por quase dois anos, devia tê-lo aberto antes, quem sabe percebê-lo mais próximo do seu auge... 
Tem uma garrafa dessas? Abra!!! Tá na hora... 
Conheça outros vinhos de Bordeaux aqui! 
Forte Abraço!

No Carrinho do Supermercado por R$ 14!!! Regresso Tinto


Uma pergunta que sempre me faço é: "Quanto deve custar um vinho para o dia a dia?" Sinceramente eu não sei a resposta, acho que depende de cada um, da situação financeira de cada um. 
No meu caso eu não gostaria de gastar mais de R$ 50 num grande vinho, então acho que vinho do dia a dia deveria custar bem menos, tipo uns R$ 5, um verdadeiro SONHO!!! A verdade é que achar bons vinhos na faixa dos R$ 20 é o melhor que conseguimos por aí. 
Esses dias estava fazendo compras no Supermercados Boa aqui de Jundiaí, que tem uma adega legal, com boa variedade de rótulos. E encontrei dois vinhos em promoção que me chamaram atenção, um deles foi esse português por R$ 13,87! Não tive dúvida e comprei! 
No domingo seguinte, num almoço em família, executei o danado!!! Como eu esperava um vinho simples, mas gostoso, daquele estilo frutadão! Este português tem cor rubi intensa, aromas de frutos vermelhos discretos, na boca apresentou leveza, acidez moderada, retrogosto frutado e taninos bem fininhos, em pouca quantidade. 
Como disse um vinho simples, mas agradável, bom para beber despretensiosamente e também para servir a amigos que não estão tão acostumados com vinho ou bebidas mais encorpadas. 
Conheça outros vinhos portugueses que experimentei aqui!
Forte Abraço!

A Evolução do Palagetto Chianti Colli Senesi DOCG 2007


Em janeiro de 2012 fiz um post sobre este Chianti (relembre aqui), que a época me surpreendeu por sua estrutura, incomum para os Chiantis e mais incomum ainda para os Colli Senesis, que são conhecidas pelo seu frescor, pelas sua fruta exuberante... 
Essa característica não usual fez com que eu guardasse por mais 02 anos a outra garrafa que eu tinha na adega, afinal, a curiosidade de guardar um Chianti por 07, 08 anos e ver o que acontece, ficou gigantesca!!! 
Novamente me surpreendi, pois o vinho perdeu muito da sua força, daquela estrutura que apresentou. A cor já demonstrava sinais de idade, um rubi com reflexos atijolados e os aromas traziam notas de fruta passada, tâmara e balsâmico. 
Na taça o corpo era médio, acidez em alta ainda, retrogosto confirmando as frutas passadas e taninos rústicos. Harmonizamos com pizzas caseiras, encaixou muito bem com o molho de tomate, como todo bom Chianti! 
Ou seja evoluiu mais para um Chianti, perdendo aquela característica de Novo Mudo que possuía, achei legal, mas admito que não esperava... 
Conheça outros vinhos com a amada Sangiovese aqui! 
Forte Abraço e Viva Chianti!!!

Mastro Janni Brunello di Montalcino 2007


Quando encontramos amigos sempre reservamos vinhos especiais para estes momentos e o amigo Gil Mesquita me apresentou um novo Brunello na última visita que fiz a ele. 
Ainda preciso tentar entender porque nós blogueiros normalmente optamos por grandes vinhos italianos para estes momentos... É uma coincidência que sempre me chama a atenção, os produtores franceses não devem estar felizes conosco... risos 
Enfim o nosso "feriadão" estava terminando e fomos para a cozinha, os homens para fazermos uma massa com ragu de cupim! Após cerca de duas horas, nosso ragu e massa estavam prontas... 
Aí o Gil desarrolhou este típico Brunello, cor rubí translúcida, aromas de frutos silvestres, ervas, terra molhada e couro. Na taça muito frescor, acidez intensa, taninos volumosos e finos, retrogosto frutado e perene, harmonizando bem com o ragu. 
Brunello é Brunello, sempre vale a pena! 
Forte Abraço!

Afincado 2006, Inteiraço!!!


No mesmo dia em que eu e o amigo Gil Mesquita (Vinho para Todos) desfrutamos do Casa Lapostolle Cabernet Sauvignon (relembre aqui) seguimos com nosso Churrasco, várias carnes... picanha macia e... Afincado! 
Eu sempre fui fã da Terrazas de Los Andes, há muito tempo desfruto dos seus vinhos maravilhosos, me lembro de safras anteriores a 2000 na taça como um Chardonnay 1999 interessantíssimo. 
O Afincado é uma linha Premium da vinícola e comprovou essa qualidade na taça. Este malbec vem de umas safras históricas para Mendoza, a 2006! O vinho com 08 anos estava inteiraço! E como o amigo leitor sabe eu prefiro os Malbecs mais jovens, no máximo com 05 anos, não acredito que eles envelheçam bem, mas esse aí nasceu para me contrariar!!! 
Cor rubi intensa, sem reflexos, aromas de frutos negros maduros, a característica ameixa dominando, notas de ervas, balsâmico e chocolate. Na boca o vinho está em sua plenitude, redondo com boa estrutura, acidez moderada e taninos finos. 
Forte Abraço!

Casa Lapostolle Cabernet Sauvignon 2007

foto: www.vinhoparatodos.com 
A Casa Lapostolle é uma das vinícolas de excelência no Chile, são 370 hectares plantados em três vinhedos, destaque para Apalta, referência na produção de Carmenère. Tem no seu portfólio de produtos vinhos como o Clos Apalta e o Borobo, vinhos premiadíssimos por todo o mundo. Por toda essa qualidade a vinícola distribuí seus vinhos em mais de 60 países! 
Quis fazer um post sobre este vinho 'menor' que costuma frequentar a minha taça, ele foi o acompanhamento de uma deliciosa costelinha de porco que fiz com o amigo Gil Mesquita do blog Vinho para Todos em maio. 
O Casa Lapostolle Cabernet Sauvignon 2007 não é um varietal como o nome sugere, é um blend! Em todas as safras ele é composto por 85% de Cabernet Sauvignon e por isso pode levar apenas a Cabernet no rótulo, já que pelas leis chilenas, um Varietal é composto no mínimo de 85% da variedade dominante. Essa é uma prática comum no mundo do vinho, muitos países adotam esse tipo de regras, no Brasil, salve engano, um vinho pode ser varieltal com 70% da variedade dominante. 
Mas retornemos ao vinho, normalmente a Lapostolle 'complementa' este vinho com Carmenère (15%), a safra 2007 foi uma exceção pois contou com 8% de Syrah, 2% de Cabernet Franc e somente 5% de Carmanère. E pra mim esse detalhe do varietal faz muita diferença quando bem trabalhado, como neste vinho. Todo varietal expõe as virtudes da cepa e do terroir, mas também suas deficiências... trabalhando bem, dentro da regra permitida, é possível levar o vinho a um nível melhor, mais agradável a nós consumidores! 
Este vinho confirmou a qualidade da safra 2007 no Chile e também a qualidade da vinícola. Estava elegante, equilibrado e macio. Aromas intensos denotando frutas negras maduras, menta e canela. A madeira bem integrada, boa acidez, taninos finos e boa persistência. 
Você encontra os vinhos da Lapostolle na Mistral
Forte Abraço!

É Verdade!!! Os Americanos já Bebem mais que os Franceses!!!


E o poder econômico começa a superar o hábito milenar europeu, os americanos consumiram 100 milhões de litros de vinho a mais que os franceses em 2013! Ao total foram 2,9 bilhões de litros consumidos da terra do Tio Sam contra, obviamente 2,8 bilhões dos franceses. 
A grande razão apontada pela OIV (International Organization of Wine and Vine), que é responsável por esses dados, foi a queda do consumo em 7% na França. Nos EUA o consumo cresceu 0,5%. 
Os italianos estão em terceio lugar com 2,2 bilhões de litros e os alemães em quarto com 2,0 bilhões, imagina se eles não bebessem cerveja??? risos, brincadeira... 
Mas o que me chamou atenção mesmo foi ver a China em quinto lugar com 1,7 bilhões de litros, a prova definitiva que o poder econômico está tomando conta do mundo do vinho, onde tem mais dinheiro se paga e se bebe mais! 
Forte Abraço!

Elegância na Taça! Alto de La Ballena Reserva Cabernet Franc 2008


Na minha visita ao amigo enoblogger Gil Mesquita, do blog Vinho para Todos, fui agraciado com a oportunidade de experimentar este belo vinho uruguaio! Aliás o Uruguai vai muito além da Tannat, acredite! 
A Alto de la Ballena foi fundada em 1998 e fica próxima a Punta del Este, mais precisamente na Sierra de la Ballena, onde possuí 08 hectares plantados e tem capacidade para produzir 60.000 garrafas/ano. 
Mas vamos falar do vinho, deste belo caldo! Muita elegância na taça! Cor rubi, aromas de frutas maduras e nuances de canela, cacau e chocolate. Na boca bom corpo e boa acidez denotando a vocação gastronômica deste vinho! Os taninos estão macios e agradáveis. O retrogosto é marcado pelas frutas e perene. 
Foi com um agradável churrasco que bebemos este vinho e foi, sem dúvida, uma boa harmonização! Aliás aposte nos vinhos mais ácidos e menos doces com as carnes bovinas, você vai se surpreender! 
Conheça os outros vinhos com a agradável Cabernet Franc clicando aqui!
Forte Abraço! 

Amanhã começa a Copa, mas cadê o clima de Copa???


Hoje é véspera de uma Copa do Mundo, uma Copa no Brasil que o Cristiano menino sonhou em assistir no estádio, ao vivo... Mas um sonho que não vou realizar por inúmeras razões que acho não cabe comentar... 
Independente disso amanhã tem Brasil x Croácia direto da Arena Corinthians, já mundialmente conhecida como "Itaquerão"! As 17hs a seleção canarinho estará representando nossa nação, esperamos com garra, dedicação e determinação. 
Mas cadê aquele clima de Copa??? Não vejo o pessoal como no passado... lembro de bandeiras no carros, dias antes da Copa, bandeiras nas sacadas dos apartamentos, bandeiras amarradas nas antenas de TV, não vejo bandeiras, as pessoas pouco comentam... 
Não vejo ninguém comentando que comprou uma corneta nova para a hora do jogo... para zoar, para brincar... tinha gente que comprava TV nova... assinava canal fechado... mas hoje ninguém fala nada, ou fala mal da Copa, da FIFA... faz parte... erros devem ser criticados mesmo. 
Mas eu não vou criticar, esse blog é de vinho, mas como o autor não está respirando Copa, não está no clima de Copa como tantos brasileiros, acabei decidindo não preparar nada especial por aqui... espero não frustrar o amigo leitor, mas o que você vir de Copa por aqui sairá no improviso! 
Forte Abraço!

Prosecco Anella Andreani DOCG


Eu admito!!! Eu sou fã de Prosecco, podem atirar as pedras se quiserem... risos... Eu sou fã dos espumantes mais frutados, mais simples, dos Charmat! Em que pese reconhecer a alta qualidade de muitos outros espumantes complexos, em especial os Champagnes. mas estou falando de gosto, não de técnica, então, eu gosto mesmo! 
Este é um Prosecco como manda o figurino! Cor clara, quase transparente, só se vê o intenso e fino perlage na taça, aromas de frutas cítricas, destaque para a maçã verde, notas florais completam o painel. Na boca é leve, simples, refrescante e com aquela ponta doce, como deve ser! 
Vai bem com saladas que tenham frutas cítricas e iogurte em sua composição, tem uma de cenoura ralada, abacaxi em pedaços, hortelã, frango desfiado e iogurte aqui em casa que faz sucesso com esse vinho! 
Conheça outros Prosecos que já comentei aqui!
Forte Abraço!

Salton Intenso Merlot Tannat 2011, Bom Parceiro do Churrasco!!!


Há mais ou menos um mês, mais precisamente em 24 de abril foi o Dia do Churrasco!!! Que alegria meu amigo!!! Eu sou chegado numa churrasqueira, queimar uma carne é uma arte, mas estou longe do amigo Tiago Bulla, esse gaúcho manda bem demais!!! 
Mas eu cometi uma heresia nesse dia, um absurdo, um Ultraje!!! Almocei num restaurante natureba, de saladas... Quando me toquei já era tarde... Nunca é tarde! Não é verdade? 
Passei no açougue, fui para casa e botei fogo na churrasqueira!!! Com os Medalhões de Pernil de Javali e Bife de Ancho na grelha me dirigi a adega e decidi pela intensidade da nova linha da Salton. 
Este Merlot/Tannat 2011 é um vinho interessante, de caráter rústico que casa bem com carnes mais fortes. Feito com 50% de cada uva e 06 meses de estágio em Barricas de Carvalho, a Merlot em Carvalho Francês e a Tannat em Carvalho Americano. 
Na taça coloração rubi intensa com reflexo violáceo. Aromas de frutos negros maduros, ervas e chocolate amargo. Na boca boa estrutura, excelente acidez, e com predominância marcante dos taninos, um tanto quanto ríspidos, o que confere esse caráter mais rústico que comentei. 
Gostei bastante do vinho, tanto que não sobrou uma gota, mas acho que iria melhor com uma boa costela ou com aquela gordurinha da picanha. 
Conheça outros vinhos brazucas aqui!
Forte Abraço!

Lagarde Primeras Viñas 2009, Um Vinhaço!!!


Olha, fazia tempo que eu não bebia um Malbec tão bom, tão equilibrado! E ainda sem perder a tipicidade! A potência, o suave dulçor estavam na taça confirmando a origem! Sem contar o rótulo lindo! 
A Lagarde é uma vinícola centenária! E dos primeiros vinhedos que foram plantados na Bodega, entre 1906 e 1930, vem este vinho, este Malbec, que descansou 14 meses em barricas francesas e mais um ano em garrafa antes de ser comercializado. Um show, um vinhaço realmente! 
Na taça cor característica, rubi com reflexo violáceo, os aromas começaram com frutos negros sobre maduros como ameixa, mirtilo e amora. Os aromas evoluíram para baunilha, cravo, canela, balsâmico e caramelo. Decantei o vinho, ajudou muito com os aromas
Na boca grande estrutura e muita potência, taninos macios, nenhum sinal de álcool e retrogosto confirmando as frutas, perene, um vinho de final longo e ponta doce. Mas o que muda para outros Malbecs? A acidez, tem excepcional acidez para um Malbec, conferiu equilíbrio ao vinho, equilíbrio que não é uma característica dos varietais desta uva. Fez muita diferença! 
Muitos dirão para guardar esse vinho, para deixar evoluindo na adega, eu discordo, apesar de ser um vinho espetacular, acho que prefiro ele assim, jovem, potente e equilibrado! Se tivesse outra garrafa guardaria por mais um ano no máximo. 
É um sentimento que tenho em relação aos varietais de Malbec, quanto mais novo melhor! Pode ser um exagero, mas prefiro assim, é o que minha experiência sugere. 
Conheça outros Malbec's que já comentei aqui!
Forte Abraço!

Suolo Rosso Primitivo di Manduria 2012


Tá cansado daqueles Primitivos doces? Daqueles que chegam a ser enjoativos de tão doce que são??? Pois tenho que dizer a verdade, eu adoro Primitivo, mas tem uns aí no mercado que Pelo Amor de Deus!!!  São melados!!! Confesso que meio que desisti de beber Primitivo por um tempo por causa desse exagero. 
Mas aí aparece um bom amigo que te presenteia com um dizendo: "bebi esse vinho e gostei, acho que você vai gostar também..." Obrigado meu amigo Carlos Eduardo! Devo essa a você! Belo vinho! 
Coloração rubi, aromas de figo maduro, alecrim, cedro e balsâmico. Na boca muita estrutura, excelente acidez, volume tânico enorme e macio, nenhum sinal de amargor ou álcool. Retrogosto confirmando o figo e perene. Vale a Pena! 
Por aqui acompanhou pizzas, mas pede massas com molho mais estruturados, sabe aquele bolonhesa feito com músculo, cozido por horas numa panela de ferro??? É disso que estou falando!!! 
Conheça outros Primitivos aqui!
Forte Abraço!

Mais um Belo Guia no Ar: Vinhos da Itália por Alessandra Esteves


A Enoblogger Alessandra Esteves, editora do Blog Dama do Vinho, lançou recentemente: Vinhos da Itália: O Guia definitivo para você entender os vinhos italianos. 
O guia, que só possuí versão eletrônica, fala da história, das uvas, das regiões e produtores italianos. É bem gostoso de ler e acrescente conhecimento, vale a pena! 
Você encontra no Blog da Alessandra, ou na Saraiva ou na Amazon
Forte Abraço!

Vídeo Post: Uma Costelinha Suína, Um Sítio, Um Vinho & Uma Churrasqueira...



Durante o mês de maio estive em Catalão-GO visitando o amigo e enoblogger Gil Mesquita do blog Vinho para Todos. Entre uma garrafa e outra preparamos essa costelinha suína na churrasqueira, ficou macia e suculenta... Experimente!!! É fácil de fazer!!
Para acompanhar levei um Casa Lapostolle Cabernet Sauvignon 2007 que estava inteiro na taça! Com aromas frutados, o vinho na boca estava macio como a carne com os taninos redondos e acidez perfeita, foi um lindo almoço! 
Confira aqui o Lapostolle Cabernet Sauvignon 2005 que comentei em outra oportunidade. 
Forte Abraço!

Concurso Cultural "Rolhas Colecionáveis"da Perini é Show!!!


A Campanha Rolhas Colecionáveis da Vinícola Perini me chamou a atenção! Gostei muito da proposta que basicamente consiste em ver uma frase de própria autoria eternizada nas rolhas dos vinhos da Perini! 
As frases obviamente tem que ser originais e abordar o mundo do vinho. Serão escolhidas 10 frases, achei o Concurso Cultural Rolhas Colecionáveis um Show! Um ponto fora da c urva, muito legal! 
Atualmente a Perini já possuí uma série de "Rolhas Colecionáveis", frases de autoria de famosos e pensadores. 
Confira o regulamento clicando aqui!  
Forte Abraço!

Gallardía del Itata Rosé 2013, Para Beber com a Família!


Como diz meu bom amigo Alexandre Frias, vinho rosé traz uma felicidade. Deve ser a cor que é fascinante, ou seria a combinação de linda cor com vinho simples, porque um rosé sempre é simples, aromas primários, boa acidez, mas é isso que muitos de nós queremos, não? 
Um rosé harmoniza com saladas inclusive aquelas que levam frutas, peixes brancos, massas simples e alguns frutos do mar, mas eu prefiro com um final de tarde quente e despretensioso, rodeado por amigos e/ou familiares. 
E foi assim que eu bebi esse lindo Rosé do Valle de Itata, ao Sul de Santiago, capital chilena. Comprei porque sou um curioso, me chamou a atenção a linda cor de casca de cebola quando ví a garrafa e daí lí o rótulo e mais curioso eu fiquei com o fato de ser um rosé de Cinsualt. Uva que faz verdadeiramente vinhos potentes, seria ela capaz de fazer um rosé tão delicado como denotava a cor? Aí o amigo Tiago Ribeiro falou que valia a pena, pronto venho comigo pra casa. 
Quando venho a tarde de calor combinada com a presença do meu amado pai, pronto! Abrí o danado! Da cor já falamos, os aromas remetiam a morangos silvestres, jabuticabas e alecrim. Um nuance mineral marcante, calcário, completava o painel. Na boca confirmou a acidez esperada, a delicadeza de sabor com aquela nota mineral pra lá de interessante. 
Tentamos com torta de palmito e macarrão de atum, mas ficou melhor sozinho, ou melhor, com a Família! 
Conheça outros vinhos rosé que já comentei aqui!
Forte Abraço!

Brazos de Los Andes 2011, Outro Belo Vinho da Zuccardi!


Na última segunda comentei sobre um almoço que participei, onde o próprio Zuccardi apresentou suas novidades e seus vinhos Top. Mas vou destacar aqui o primeiro tinto que experimentamos por entender que ele está em ótimo momento para consumo, mesmo acreditando que vã evoluir nos próximos dois anos. 
O Brazos de Los Andes 2011 é um blend, um corte, um vinho feito a partir da mistura de um ou mais tipos de uva, no caso aqui são quatro! A emblemática Malbec (45%) está acompanhada de Cabernet Sauvignon (28%), Syrah (17%) e Bonarda(10%). Este caldo foi produzido no Valle de Uco em Mendoza. 
Tem este nome devido a uma característica peculiar do solo do Valle de Uco que foram formados a partir do derretimento das geleiras dos Andes que verdadeiramente corriam como rios pelo Valle, quando vistos de cima se assemelham a braços abertos, na Argentina 'Brazos'. 
Na taça o Brazos apresentou cor rubi intensa, aromas de frutas negras em compota, ervas, chocolate, balsâmico e até um exótico alcaçuz! Muita intensidade e complexidade aromática. Na boca é denso e de grande volume tânico, maduro, tem retrogosto das frutas negras e final largo. Com boa acidez é um vinho que seca bem a boca. 
Você encontra este vinho na Ravin
Quer conhecer outros vinhos argentinos que jã experimentei, clique aqui! 
Forte Abraço!

Vignantica é o Grande Destaque entre os Vinhos Italianos no Guia Brasil as Cegas!!!



Oriundo da região da Campania, este Aglianico surpreendeu no Guia Brasil as Cegas e obteve 93 pontos e um lugar de destaque no Guia!!! 
Produzido em Terre del Volturno pelo jovem produtor Selvanova, que busca preservar nos seus vinhos a originalidade de seu terroir, assim obtendo vinhos típicos e marcantes como esse Aglianico que brilhor pela sua exuberância aromática e elegância na taça! 
Voçê pode conhecer esse e outros deliciosos e vinhos italianos que se destacaram no Guia Brasil as Cegas através do e-mail: brasilascegas@hotmail.com ou pelo Mercado Livre clicando aqui! 
Forte Abraço!

Seghesio Sonoma County Zinfandel 2007, Realmente um Baita VInho!!!


Esse era um vinho que eu tinha muito expectativa, sabe por que? Primeiro porque eu gosto muito de Zinfandel, é das minhas uvas preferidas, segundo porque o produtor é excepcional, e terceiro porque este vinho sempre tem notas excelentes ano após ano, além da safra 2007 ter levado 93 da Wine Spectator e ter ficado no Top Ten do ano! Lembrando que notas sempre serem referências, nada mais que referências. A verdade está na taça e na sua experiência!
Enquanto preparava o almoço para acompanhar o vinho - um rocambole de carne envolvido em bacon com molho Barbecue, não tem foto para não judiar mais - deixei meu tucano de olho nele... 
Decantei o danado por 30 minutos, o vinho apresentou coloração rubi intensa, com reflexo violáceo ainda, apesar dos anos. Aromas que denotavam um vinho de muita seriedade, frutos negros em geleia, melaço de cana, menta, balsâmico, bala toffe, caramelo, um espetáculo de complexidade! 
Na boca muita estrutura, bem aveludada com volume tânico enorme e maduro, retrogosto confirmando a menta e de final longo, um vinho prazeroso! Com o prato cresceu ainda mais, realçando os sabores doces do Barbecue, valeu a pena! 
Conheça outros grandes vinho que já comentei aqui!
Forte Abraço!

Casal Tito e Emma Zuccardi Conquistam meu Coração!


Na última quinta-feira tive a oportunidade de poder participar de um almoço com o Sr José Alberto Zuccardi no La Tambouille em São Paulo. Esse almoço promovido pela Ravin, importadora dos vinhos da Zuccardi para o Brasil, a qual deixo meu agradecimento pelo convite. 
José Alberto estava aqui para falar dos novos vinhos e dos vinhos de alta gama da Zuccardi, além de elucidativo sobre os seus vinhos, José Alberto é uma pessoa que já te cativa com as primeiras palavras, é muito atencioso e tem uma simpatia ímpar. 
Provamos ao todo 08 vinhos, alguns já conhecidos ao meu paladar como o Série A Torrontés e o Zeta. Mas também tivemos boas novidades, e vou começar contando do Casal que conquistou meu coração! 
Primeiro as Damas! Emma Zuccardi Bonarda 2011 é um vinho feito em homenagem a Sra Emma, mãe de José Alberto, e já está na sua terceira safra. Acredito que além de gostar dos vinho e da homenagem, ela deve estar orgulhosa do produto em si, que é muito bom! 
Este caldo é produzido em Santa Rosa, Mendoza e é feito exclusivamente com Bonarda. Cepa que ainda hoje é ligada aos conceitos de grande produtividade e qualidade inferior. O objetivo deste vinho é provar que se a Bonarda for trabalhada com o mesmo esmero de outras uvas, como baixo rendimento por exemplo, ela pode fazer vinhos excelentes, de muita qualidade. E o Emma é prova disso! 
É um Bonarda complexo e elegante! De cor rubi viva e aromas de frutos vermelhos maduros, flores, canela e café, interessante e discreto nuance mineral. Na boca tem boa presença e é maduro e elegante! Taninos finos e sedosos, boa acidez e retrogosto confirmando os frutos vermelhos e perene, fica um bom tempo com você. Acredito que risotos e massas a base de cogumelos sejam uma boa harmonização. 
Agora vamos falar o Tito Zuccardi La Consulta 2010, um blend de Malbec (83%), Cabernet Sauvigon e Caladoc. Seu Tito, pai de José Alberto, faleceu no início deste ano, foi ele que iniciou a Vinícola já no distante ano de 1963 em Maipú, província de Mendoza. 
Este vinho foi produzido no Terroir de La Consulta, no Valle de Uco, é um produto que busca expressar a qualidade dessa terra. De cor rubi viva e intensa, tem painel aromático clássico dos vinhos a base de Malbec, frutos negros em compota, pimenta negra, ervas, cravo e cana. Na boca é largo, um vinho corpulento, denso e de grande volume tânico, mas estes taninos estão maduros, final confirmando os frutos em compota e persistente ao palato. Um vinho potente em busca da elegância que só os anos trarão, eu guardaria por mais 03 anos! 
Como pode se perceber o Emma e o Tito se complementam como um casal, como foram na vida. Enfim são dois vinhos de ocasião, para brindar grandes momentos! Você pode encontrá-los na Ravin
Forte Abraço!

Château La Motte Conquista 93 pontos no Guia Brasil as Cegas!!!

Foto: Vivendo a Vida
O Guia Brasil as Cegas avaliou mais de 800 vinhos de todo o mundo e entre os vinhos franceses, o Château La Motte foi um dos grandes destaques! Este Bordeaux obteve 93 pontos e sai por R$ 55, uma barganha! Por isso ele ainda emplacou o Selo Boa Compra do Guia!
O Château La Motte fica na cidade de Saint Androny, próxima ao Medoc, possui 26 hectares a base de uma antiga fortaleza da Idade Média. O vinho estagia 12 meses em barricas de carvalho francês e é um blend de Merlot (87%) e Cabernet Sauvignon (13%). É importado para o Brasil pela Grand Cru
Você pode conhecer esse e outros vinhos de qualidade e baratos adquirindo o Guia Brasil as Cegas pelo e-mail: brasilascegas@hotmail.com ou pelo Mercado Livre clicando aqui! 
Forte Abraço! 

Viñedo de Los Vientos Tannat 2010


Bom... eu sou fã dos vinhos uruguaios, muito fã dos vinhos uruguaios! Adoro Tannat, na verdade gosto de tudo que fazem por lá... 
Aí domingão desses... costelão no fogo... Estava pronta a oportunidade para abrir um Tannat uruguaio!!! E assim foi... 
Escolhí um Tannat da Viñedo de Los Vientos, safra 2010, capítulo a parte é o rótulo, lindíssimo! O vinho era tudo que eu esperava, encorpado e aromático. 
Na taça aquela cor rubí com suave reflexo violáceo, aromas de flores, frutas vermelhas e negras em compota, especiarias como pimenta, cravo e canela. Aromas de cacau e de couro completavam o painel. Bem complexo! 
Na boca bom equilíbrio, ainda potente, mas com boa acidez e carga tânica elevada, mas macia, casou com a costela! Retrogosto das frutas em compota confirmando na boca! Belo vinho! 
Forte abraço!

Marco Luigi Brut 10 Anos - 2001


Esse é um espumante diferente e com uma proposta interessante! O Brut 10 anos, como sugere o nome, fica em contato com as leveduras por 10 anos!!! É tempo hein!!! Isso denota o objetivo de fazer um espumante altamente complexo. 
O Brut 10 anos é um espumante feito pelo método tradicional, clássico, conhecido por Champenoise, consiste em realizar a segunda fermentação em garrafa, gerando o gás carbônico neste processo. É o método de Champagne... 
Foram produzidas 1.500 garrafas deste espumante que é elaborado com Chardonnay e Pinot Noir, além do Brut a Marco Luigi produz um Nature com a mesma proposta! A diferença entre Brut e Nature reside no açúcar residual do vinho. No Nature são permitidos até 03 gramas de açúcar residual, no Brut são permitidos entre 6,1 e 15 gramas. No meio dos dois fica o Extra Brut, tipagem pouco produzida.
O Brut 10 Anos é um espumante amarelo ouro, sem reflexos, de perlage fino e persistente. Os aromas trazem frutas secas e notas de fermentação como pão torrado e cogumelos. Na boca as frutas secas dominam, acidez alta e estrutura média. Em alguns momentos deu uma sensação metálica, parecia que estava passando. 
Eu prefiro espumantes mais vivos e com fruta mais presente, mas não posso negar que a curiosidade de experimentar um espumante envelhecido com as leveduras é atrativa, além de ser um baita aprendizado! 
Forte Abraço!

Humberto Canale Old Vineyard Riesling 2012 #CBE


Hoje é dia primeiro, e dia primeiro é dia da Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE), como o amigo já sabe, um confrade escolhe um tema e os demais escrevem sobre ele, os temas são dirigidos sempre a degustação de vinhos. 
Os vinhos degustados ao longo do mês, são postados no dia primeiro do mês subsequente. Essa "brincadeira" está completando 08 anos em agosto!!! E a cada dia que passa mais winebloggers participam e querem participar! 
Posto isso, vamos falar do tema do mês de abril: Riesling! Escolhido pela brilhante Evelyn Fligeri do excelente Taças e Rolhas. Eu sempre fico feliz quando a escolha do tema foge dos tintos, é oportunidade sempre de expandir horizontes, o enófilo é ávido por novas experiências! 
Eu decidi me arriscar com um Riesling argentino, mais precisamente da Patagônia. Um escolha diferente, já que Riesling associamos a Vinicultura Alemã, referência absoluta nesta casta, é no Mosel e em Rheigau que, sem dúvida, se produzem os melhores Rieslings do Mundo. 
Mas eu queria experimentar esse vinho há algum tempo, ele sempre flertava comigo nas prateleiras da Rosso Bianco, loja de vinhos aqui de Jundiaí pertencente ao bom amigo Tiago Ribeiro. 
Adoro os vinhos da Patagônia e a Humberto Canale em especial, vinícola centenária que já está na quarta geração e faz muita coisa boa!!! Esse Riesling é produzido a partir de vinhedos que foram plantados em 1937, mais um bom chamariz!
Então o trouxe para casa, gelei o danado e preparei um risoto de peru com maçãs para o jantar. Na taça cor amarelo palha com reflexo verdeal ainda presente, os aromas eram de ordem primária, remetiam a maçã, laranja e peras frescas. Nada dos nuances minerais, característicos da casta. Na boca médio corpo, boa acidez, ponta doce e nenhum sinal de álcool ou amargor. Retrogosto confirmou as frutas. 
Um vinho gostoso, mas que não é um Riesling característico, faltou mineralidade e acidez, portanto uma experiência diferente. Se vale ser provada? Com certeza! Acho que sempre vale. Se vale ser repetida, tenho minhas dúvidas... 
Forte Abraço!

Encontrando um Velho Amigo!!! Norton Malbec D.O.C. 2010


Se em algum momento eu fui fiel a algum vinho foi a este Malbec!!! Sempre tinha na minha adega, o bebia pelo menos uma vez por mês, com churrasco, massa, o que fosse... sempre gostei muito dele! 
Mas como diria o amigo João Filipe Clemente: No mundo do vinho é preciso ser infiel!!! Afinal como conhecer tantas possibilidades, tantas uvas, tantos vinhos se não experimentarmos mais e mais??? O Norton ficou na memória... 
Mas não é que em pleno Malbec World Day surge uma oportunidade de ver como anda meu velho amigo? Ah!!! Dito e feito, foi só eu ver ele na Carta do excelente Mestrino Ristorante de Vinhedo que o chamei para se juntar a mim na mesa!!! 
Velhos amigos são assim... podem ficar anos sem se ver, mas quando se encontram é aquela festa!!! Devidamente acompanhados de um Mignon ao Molho de Malbec e Risoto de Gorgonzola, Açafrão e Rúcula, tivemos um almoço daqueles!!! 
Meu amigo continua na velha forma! Cor rubí, aromas de frutos negros maduros, bem maduros, beirando a compota, madeira discreta, com notas chocolate e caramelo perceptíveis. Na boca, média estrutura, boa acidez, taninos sedosos, agradáveis e retrogosto confirmando as frutas. 
Forte Abraço!

Espumante LH Zanini Natural Extra Brut 2008 & Um Domingão...


Domigão desses esperando os amigos chegarem para um churrasquinho desarrolhei este espumoso! Gosto muito da Vallontano e guardo com carinho a visita que fiz lá anos atrás. 
Elaborado pelo método tradicional esse é um espumante que prima pela elegância, um vinho de garbo! Cor amarelo esverdeada, com perlage intenso e finíssimo, aromas que denotavam frutas tropicais maduras como abacaxi, champignon e uma discreta nota de querosene. 
Na boca forma boa mousse, fina, delicada... Boa acidez, retrogosto confirmando as frutas. Tudo muito bem equilibrado, está no auge de sua elegância! E ainda segurou bem as entradas do churrasco como o pão de alho, o queijo coalho e até mesmo a linguiça, em que pese obviamente não serem a melhor harmonização para ele! 
Na casa dos R$ 80 vale cada centavo, comprei por indicação do amigo Tiago Ribeiro da Rosso Bianco.
Forte Abraço!

Santa Rita Gran Hacienda Sauvignon Blanc 2011


Mais um Sauvignon Blanc chileno aqui no blog... mas dessa vez um do Valle Central, muito menos tradicional que Casablanca na produção destes vinhos. E essa diferença se percebe na taça! 
Este vinho não tem toda aquela rusticidade dos Sauvignons chilenos, é mais frutado, mais leve, mais fácil de beber. Cor amarelo palha, aromas de maçã verde e notas discretas de menta e alecrim. 
Na boca apresentou corpo leve, acidez elevada, álcool domado e retrogosto frutado, mas ligeiro. Um vinho para quem está começando com a Sauvignon Blanc, paladares mais experientes sentirão falta de tipicidade... 
Forte Abraço!

Julian Reynolds Branco 2011


Nada como um bom branco português para acompanhar Bacalhau! Aqui em casa rolou um Bacalhau a Minhoto, que os mais rigorosos harmonizariam com Vinho Verde devido ao prato e vinho serem da mesma região portuguesa, o Minho. 
Com certeza é uma excelente harmonização, mas eu tinha um branco alentejano na adega... e eu, eu gosto de tentar... Pois foi exatamente o que fiz, obtive um resultado agradável e passei uma sexta santa feliz! 
O vinho apresentou cor amarelo palha com suave reflexo dourado, bem geladinho as notas verdes de ervas e grama eram mais salientes ao nariz, em temperatura um pouco superior, a correta para degustar, as notas de frutas cítricas tomavam conta, destaque para o abacaxi fresco. 
Na boca estrutura média, suave untuosidade e boa acidez, acompanhou bem o bacalhau e o molho de vinho, cebola e páprica, um pouquinho mais de rusticidade teria feito a diferença, seria uma harmonização surreal... Mas essa aqui ficou muito bom viu... não me arrependo! risos 
Forte Abraço!


Andeluna Altitud Malbec 2010


Hoje é o dia Mundial da Malbec, a mais argentina das uvas, apesar de sua origem francesa. O Malbec World Day é muito celebrado, com ações muito inteligentes da Wines of Argentina. 
Eu decidi abrir este Andeluna Altitud aqui em casa para acompanhar um cordeiro ensopado e celebrar, afinal é a vida... risos... Foi bem, mas a característica da Malbec, de uma acidez mais moderada, fez falta. 
Este Malbec é produzido pela Andeluna em seus vinhedos de altitude, a altitude pode proporcionar vinhos mais frescos devido a amplitude térmica entre dia ser muito relevante. Dá para perceber neste vinho. 
Gostei deste Malbec que estagiou por 12 meses em barricas francesas. Cor rubi violácea, intensa, intransponível a luz... Aromas de frutos negros, carvalho, caramelo e ervas. Na boca, taninos em alta, enrugando bem o palato, acidez moderada e retrogosto de frutos negros e ponta doce como todo bom Malbec. Alcóolico, esquenta bem, irá muito bem nos dias de inverno que virão... 
Como disse acompanhou um Cordeiro Ensopado da Voilá, aliás você conhece a Voilá? Não?! Devía... 
Forte Abraço!

Don Melchor 2006, Um Bordeaux produzido no Chile!


Eu sei e talvez realmente seja um pouco de exagero tamanha afirmação no título de um post, mas que o vinho estava ótimo, estava! Que era elegante, muito! E é produzido com uvas bordalesas... não deu para resistir a tentação! 
O Don Melchor é um dos vinhos ícones da Conha y Toro, diriam eles que é a expressão máxima da Cabernet Sauvignon, mas o corte sempre leva um pouquinho de Cabernet Franc, o que só adiciona complexidade e elegância! 
Como sabem em março fiz aniversário e abri bons vinhos para comemorar... e quando comemorei com meus familiares desarrolhei um Don Melchor 2006 para acompanhar a perna de cabrito da Famiglia Fadanelli que nos recebeu naquele sábado a noite... 
O vinho estava maduro, no auge, rubi vivo com suave reflexo violáceo ainda, aromas intensos de frutas negras maduras como ameixa e um toque de goiaba para entregar a procedência, além de pimenta preta, canela, alecrim, couro e terra molhada. 
Na boca estava macio e equilibrado! Bom corpo, tanino volumosos e dóceis, acidez em alta e retrogosto confirmando as frutas. Perene, cada gole era muito tempo de prazer! 
Apesar da nota de goiaba ao nariz, o Don Melchor 2006 já não tem aquela pegada de Novo Mundo, aquela pujança característica. Me lembrei de uma amiga que dizia que quando bebia um Don Melchor, tinha vontade de lamber a taça de tão bom que era... eu também! 
Forte Abraço!

Brasil Às Cegas, Guia do Vinho no Brasil!


Depois de muitas horas de trabalho e degustações eu e o amigo Beto Duarte lançamos em março o Guia do Vinho - Brasil Às Cegas. 
Organizamos mais de 30 degustações com bloggers, lojistas, sommeliers e jornalistas para avaliarmos diversos vinhos. As degustações sempre foram às cegas, onde o o degustador não sabe o que está bebendo, sem influência de rótulo ou prévio conhecimento, afinal a verdade está sempre na taça!!! 
Se você quiser conhecer este trabalho pode enviar um e-mail para brasilascegas@hotmail.com ou adquirir um guia pelo Mercado Livre clicando aqui! Garanto que vale a pena mais de 800 rótulos avaliados de todo mundo!
Forte Abraço!

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Polenta, Bacalhau & Vinho Italiano!!!



Páscoa chegando e vamos ler uma montanha de dicas de Bacalhau harmonizado com vinhos portugueses! Ora pois! E não está certo? Lógico que está! Fica ótimo! Nada como uma boa posta com um belo vinho alentejano! Mas é um tanto quanto óbvio... concordam? 
Quer sair da mesmice? Aqui em casa a família de italiano apela e manda ver o peixe nobre com polenta muitas e muitas vezes, como os da foto aí embaixo. Essa é a minha sugestão para que faça uma Páscoa diferente! 
Uma bela polenta, postas de bacalhau fritas no azeite e depois coberta com um molho de tomates com muita azeitona picada acompanhados de um Montepulciano D'Abruzzo como este da foto! Se ficar ruim, manda a conta que eu pago! risos 
Aliás o Montepulciano se deu bem até com o Bacalhau a Bras que fizemos também.
Forte Abraço!

A Ingrata Tarefa de Guardar Vinhos

Pois é... guardar vinhos não é tudo de bom... tem seus poréns. Mas não quero aqui desestimular ninguém a guardar vinhos, mas sim lembrar que mesmo fazendo tudo certo, as vezes dá tudo errado! 
Quero contar duas experiências que aconteceram comigo no mês e Março. Uma na casa do meu pai e outra comigo mesmo. Em ambas o vinho estragou... mas só o vinho, a festa não!!! 

A primeira como disse foi com meu pai, que tem carinho especial pelos vinhos do Rhône, Toscana e da Scicilia, mais inclinado para os Châteauneuf's, Chiantis e os grandes Neros d'Avola. No começo do mês citado estávamos a mesa para desfrutar de uma bela massa que minha mãe havia feito, já na terceira idade meu pai não está muito naquela de economizar com vinhos, e tem muita bala na adega pra minha alegria. Como é usual quando estou por lá ele pediu que escolhesse um vinho para bebermos. 
Voltei da adega com o L'Insolente Scicilia IGT 2003, um vinho que ele trouxe em 2012 da Itália, aqui no Brasil é importado pela Decanter. Tudo certo, comprado em loja especializada, descansou na horizontal em adega climatizada, etc, etc e tal... Mas vinagrou o danado, claramente oxidado, um desastre mesmo para os iniciantes. Obviamente ficamos frustrados, mais ele do que eu, mas fazer o que? 

A segunda experiência negativa aconteceu comigo, no dia do meu aniversário, quando abri o Châteauneuf que cometei na última terça. Naquele dia levei dois Châteauneuf's para desfrutar com os amigos, um branco e outro tinto. Com o tinto tudo certo, mas com o branco... 
Com o branco aconteceu a palavra mais odiada do mundo do vinho: Bouchonée. Os fungos tinham atacado a rolha e o vinho estava claramente alterado, além dos aromas desagradáveis tinha algo oxidado também, dando a sensação de que a rolha era bem problemática, além dos fungos deixou passar ar... Em certos momentos o Châteauneuf parecia um Tondonia nos aromas, devido as notas oxidadas em outros dói até de lembrar. 
De novo tudo foi feito corretamente, e no segundo dava até para trocar o vinho, afinal quando é bouchonée a loja troca o vinho, mas fazia uns 04 anos que estava na minha adega, esperando o momento, até porque o Châteauneuf branco é um vinho de guarda, Hugh Johnson sugere sempre abri-lo após 08 anos de vida... 
E vamos falar a verdade é nesse ponto que a tarefa de guardar vinhos do enófilo fica bem ingrata... vinho que guardamos, normalmente abrimo em momentos escolhidos a dedo, ou seja guardamos vinhos para momentos especiais! Ou seja criamos sempre grande expectativa sobre estes vinhos, eles tem que estar a altura do acontecimento daquela data e quando não estão... trocando em miúdos: a expectativa é a mãe da decepção. 
O que quero com esse post? Desabafar? Um pouco é claro, afinal como descendente de italiano sou bem melodramático, risos... mas o que quero mesmo é praticar o desapego mesmo, guardar vinhos por menos tempo, abri-los logo! Vamos utilizar os Decanters!!! 
Como diz meu amigo Alexandre Frias: "Vinho feliz é vinho aberto!" 
Forte Abraço!

Châteauneuf du Pape Cuvée Etienne Gonnet 2004 - Domaine Font de Michelle #CBE

Foto: Diário de Baco
Chegou o dia de abrir esse vinho guardado há muito na minha adega. Precisei de dois empurrãozinhos, um do amigo Luiz Cola do Vinhos e Mais Vinhos, que foi o responsável pelo tema do mês da CBE em março, tema que foi: "Vinhos Evoluídos! Com dez anos de idade ou mais, pelo menos Safra 2004!" E o outro empurrãozinho foi o meu aniversário que ocorreu no mês de março... 
Posto isso, reuni bons amigos e fomos a Cantina Messina em Campinas. Por lá bebemos um Chatêauneuf branco primeiro, sabe como é, curtindo a tarde... então pedimos os pratos e abrimos o Cuvée Etienne Gonet. 
Um Châteauneuf cheio de nuances, complexidade e elegância juntos! O tempo é amigo de vinhos como esse, tanto no envelhecimento do vinho, como depois de aberto, cada "respirada" que o vinho dá, melhor ele fica! 
Muita futa vermelha e negra madura, couro, ervas, balsâmico, tudo isso de forma muita elegante, distinta! Na boca equilíbrio, bom corpo, boa acidez e taninos finíssimo, um vinho que tende para o aveludado... Enfim uma experiência! 
Para mim Châteauneuf du Pape é muito especial... é um vinho que simboliza o meu início com os vinhos, meu pai comprava apenas para abrir no Natal, aguardava o ano todo para bebê-lo. Portanto esse vinho para mim representa família e celebração! 
Por isso agradeço ao meu pai por tornar os Châteauneuf's tào especiais, obrigado Luiz Cola por me "forçar" a abrir mais um... 
Forte Abraço!

Finca La Florencia Sauvignon Blanc 2012, Dócil!


Sauvignon Blanc argentino não é comum, muitos nem experimentariam, não sabem o que podem estar perdendo! Visitando um bom amigo em Campinas ele abriu esta garrafa que desfrutamos acompanhado de Salsichão com batatas. 
O vinho é de cor palha, com reflexo esverdeado, aromas de limão dominavam ao nariz, ervas como alecrim e manjericão completavam o painel. Nada daquele aspargo ou grama cortada típica da Sauvignon, principalmente nos terroirs chilenos e sul-africanos. 
Os aromas também não eram tão intensos, estavam mais moderados, gostei dessa diferença, deixou o vinho mais dócil, mais fácil de beber. 
Na boca a nota de limão se confirmou, persistência moderada e acidez refrescante. Um vinho descompromissado, dócil que agrada a todos, enfim excelente para o calor e para receber os amigos! 
Forte Abraço!

Les Abeilles Blanc 2010 - Cotes du Rhône - Jean-Luc Colombo #CBE


Esse mês a CBE (Confraria Brasileira de Enoblogs) me deu um trabalho... Melhor dizendo meu amigo Déco Rossi - Enodeco foi quem escolheu o tema, então foi ele que deu trabalho! Mas foi um trabalho prazeroso... 
O tema deste mês foi: "Vinho branco de corte, de qualquer faixa de preço"... Eu normalmente só tenho varietais, aliás, eu confesso, normalmente eu só tenho Sauvignon Blanc, eu confesso! Então numa tarde quente dessas que fevereiro nos proporcionou fui visitar outro amigo, Tiago Ribeiro na Rosso Bianco, comprar um ou dois vinhos que atendessem ao tema. 
Voltei com dois Rhônes brancos para casa e o primeiro é este de Jean-Luc Colombo, um excelente produtor, que utiliza de técnicas modernas numa França tradicionalista... o Ed Motta gosta de chamá-lo de Mago... 
O Les Abeilles é um vinho de entrada mas de uma incrível! Corte de 04 uvas típicas do Rhône, Greenache Blanc, Clairette, Viognier e Roussanne , apenas 15% do vinho estagia em barricas de segundo uso, os demais 85% em tanques de inox. Porém todo vinho estagia 06 meses sobre as lias, no inox ou na madeira, conferindo uma característica mais evoluída ao vinho. 
Na taça a cor amarelo palha já denota um reflexo dourado, lindo! Aromas que remeteram a frutas em calda como pêssego e abacaxi, uma nota suave de coco e calcário (mineral), achei bem interessante. Na boca elegância! Corpo médio, acidez moderada, suave untuosidade, longa persistência e retrogosto confirmando as frutas em calda, dá vontade de beber outra taça!!!
Para acompanhar fiz um risoto de camarão, como disse anteriormente, foi um trabalho prazeroso! 
Gira os R$ 65 - R$ 70, pela qualidade do vinho um preço justo. 
Forte Abraço!

Advertência

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