Mais um Belo Guia no Ar: Vinhos da Itália por Alessandra Esteves


A Enoblogger Alessandra Esteves, editora do Blog Dama do Vinho, lançou recentemente: Vinhos da Itália: O Guia definitivo para você entender os vinhos italianos. 
O guia, que só possuí versão eletrônica, fala da história, das uvas, das regiões e produtores italianos. É bem gostoso de ler e acrescente conhecimento, vale a pena! 
Você encontra no Blog da Alessandra, ou na Saraiva ou na Amazon
Forte Abraço!

Vídeo Post: Uma Costelinha Suína, Um Sítio, Um Vinho & Uma Churrasqueira...



Durante o mês de maio estive em Catalão-GO visitando o amigo e enoblogger Gil Mesquita do blog Vinho para Todos. Entre uma garrafa e outra preparamos essa costelinha suína na churrasqueira, ficou macia e suculenta... Experimente!!! É fácil de fazer!!
Para acompanhar levei um Casa Lapostolle Cabernet Sauvignon 2007 que estava inteiro na taça! Com aromas frutados, o vinho na boca estava macio como a carne com os taninos redondos e acidez perfeita, foi um lindo almoço! 
Confira aqui o Lapostolle Cabernet Sauvignon 2005 que comentei em outra oportunidade. 
Forte Abraço!

Concurso Cultural "Rolhas Colecionáveis"da Perini é Show!!!


A Campanha Rolhas Colecionáveis da Vinícola Perini me chamou a atenção! Gostei muito da proposta que basicamente consiste em ver uma frase de própria autoria eternizada nas rolhas dos vinhos da Perini! 
As frases obviamente tem que ser originais e abordar o mundo do vinho. Serão escolhidas 10 frases, achei o Concurso Cultural Rolhas Colecionáveis um Show! Um ponto fora da c urva, muito legal! 
Atualmente a Perini já possuí uma série de "Rolhas Colecionáveis", frases de autoria de famosos e pensadores. 
Confira o regulamento clicando aqui!  
Forte Abraço!

Gallardía del Itata Rosé 2013, Para Beber com a Família!


Como diz meu bom amigo Alexandre Frias, vinho rosé traz uma felicidade. Deve ser a cor que é fascinante, ou seria a combinação de linda cor com vinho simples, porque um rosé sempre é simples, aromas primários, boa acidez, mas é isso que muitos de nós queremos, não? 
Um rosé harmoniza com saladas inclusive aquelas que levam frutas, peixes brancos, massas simples e alguns frutos do mar, mas eu prefiro com um final de tarde quente e despretensioso, rodeado por amigos e/ou familiares. 
E foi assim que eu bebi esse lindo Rosé do Valle de Itata, ao Sul de Santiago, capital chilena. Comprei porque sou um curioso, me chamou a atenção a linda cor de casca de cebola quando ví a garrafa e daí lí o rótulo e mais curioso eu fiquei com o fato de ser um rosé de Cinsualt. Uva que faz verdadeiramente vinhos potentes, seria ela capaz de fazer um rosé tão delicado como denotava a cor? Aí o amigo Tiago Ribeiro falou que valia a pena, pronto venho comigo pra casa. 
Quando venho a tarde de calor combinada com a presença do meu amado pai, pronto! Abrí o danado! Da cor já falamos, os aromas remetiam a morangos silvestres, jabuticabas e alecrim. Um nuance mineral marcante, calcário, completava o painel. Na boca confirmou a acidez esperada, a delicadeza de sabor com aquela nota mineral pra lá de interessante. 
Tentamos com torta de palmito e macarrão de atum, mas ficou melhor sozinho, ou melhor, com a Família! 
Conheça outros vinhos rosé que já comentei aqui!
Forte Abraço!

Brazos de Los Andes 2011, Outro Belo Vinho da Zuccardi!


Na última segunda comentei sobre um almoço que participei, onde o próprio Zuccardi apresentou suas novidades e seus vinhos Top. Mas vou destacar aqui o primeiro tinto que experimentamos por entender que ele está em ótimo momento para consumo, mesmo acreditando que vã evoluir nos próximos dois anos. 
O Brazos de Los Andes 2011 é um blend, um corte, um vinho feito a partir da mistura de um ou mais tipos de uva, no caso aqui são quatro! A emblemática Malbec (45%) está acompanhada de Cabernet Sauvignon (28%), Syrah (17%) e Bonarda(10%). Este caldo foi produzido no Valle de Uco em Mendoza. 
Tem este nome devido a uma característica peculiar do solo do Valle de Uco que foram formados a partir do derretimento das geleiras dos Andes que verdadeiramente corriam como rios pelo Valle, quando vistos de cima se assemelham a braços abertos, na Argentina 'Brazos'. 
Na taça o Brazos apresentou cor rubi intensa, aromas de frutas negras em compota, ervas, chocolate, balsâmico e até um exótico alcaçuz! Muita intensidade e complexidade aromática. Na boca é denso e de grande volume tânico, maduro, tem retrogosto das frutas negras e final largo. Com boa acidez é um vinho que seca bem a boca. 
Você encontra este vinho na Ravin
Quer conhecer outros vinhos argentinos que jã experimentei, clique aqui! 
Forte Abraço!

Vignantica é o Grande Destaque entre os Vinhos Italianos no Guia Brasil as Cegas!!!



Oriundo da região da Campania, este Aglianico surpreendeu no Guia Brasil as Cegas e obteve 93 pontos e um lugar de destaque no Guia!!! 
Produzido em Terre del Volturno pelo jovem produtor Selvanova, que busca preservar nos seus vinhos a originalidade de seu terroir, assim obtendo vinhos típicos e marcantes como esse Aglianico que brilhor pela sua exuberância aromática e elegância na taça! 
Voçê pode conhecer esse e outros deliciosos e vinhos italianos que se destacaram no Guia Brasil as Cegas através do e-mail: brasilascegas@hotmail.com ou pelo Mercado Livre clicando aqui! 
Forte Abraço!

Seghesio Sonoma County Zinfandel 2007, Realmente um Baita VInho!!!


Esse era um vinho que eu tinha muito expectativa, sabe por que? Primeiro porque eu gosto muito de Zinfandel, é das minhas uvas preferidas, segundo porque o produtor é excepcional, e terceiro porque este vinho sempre tem notas excelentes ano após ano, além da safra 2007 ter levado 93 da Wine Spectator e ter ficado no Top Ten do ano! Lembrando que notas sempre serem referências, nada mais que referências. A verdade está na taça e na sua experiência!
Enquanto preparava o almoço para acompanhar o vinho - um rocambole de carne envolvido em bacon com molho Barbecue, não tem foto para não judiar mais - deixei meu tucano de olho nele... 
Decantei o danado por 30 minutos, o vinho apresentou coloração rubi intensa, com reflexo violáceo ainda, apesar dos anos. Aromas que denotavam um vinho de muita seriedade, frutos negros em geleia, melaço de cana, menta, balsâmico, bala toffe, caramelo, um espetáculo de complexidade! 
Na boca muita estrutura, bem aveludada com volume tânico enorme e maduro, retrogosto confirmando a menta e de final longo, um vinho prazeroso! Com o prato cresceu ainda mais, realçando os sabores doces do Barbecue, valeu a pena! 
Conheça outros grandes vinho que já comentei aqui!
Forte Abraço!

Casal Tito e Emma Zuccardi Conquistam meu Coração!


Na última quinta-feira tive a oportunidade de poder participar de um almoço com o Sr José Alberto Zuccardi no La Tambouille em São Paulo. Esse almoço promovido pela Ravin, importadora dos vinhos da Zuccardi para o Brasil, a qual deixo meu agradecimento pelo convite. 
José Alberto estava aqui para falar dos novos vinhos e dos vinhos de alta gama da Zuccardi, além de elucidativo sobre os seus vinhos, José Alberto é uma pessoa que já te cativa com as primeiras palavras, é muito atencioso e tem uma simpatia ímpar. 
Provamos ao todo 08 vinhos, alguns já conhecidos ao meu paladar como o Série A Torrontés e o Zeta. Mas também tivemos boas novidades, e vou começar contando do Casal que conquistou meu coração! 
Primeiro as Damas! Emma Zuccardi Bonarda 2011 é um vinho feito em homenagem a Sra Emma, mãe de José Alberto, e já está na sua terceira safra. Acredito que além de gostar dos vinho e da homenagem, ela deve estar orgulhosa do produto em si, que é muito bom! 
Este caldo é produzido em Santa Rosa, Mendoza e é feito exclusivamente com Bonarda. Cepa que ainda hoje é ligada aos conceitos de grande produtividade e qualidade inferior. O objetivo deste vinho é provar que se a Bonarda for trabalhada com o mesmo esmero de outras uvas, como baixo rendimento por exemplo, ela pode fazer vinhos excelentes, de muita qualidade. E o Emma é prova disso! 
É um Bonarda complexo e elegante! De cor rubi viva e aromas de frutos vermelhos maduros, flores, canela e café, interessante e discreto nuance mineral. Na boca tem boa presença e é maduro e elegante! Taninos finos e sedosos, boa acidez e retrogosto confirmando os frutos vermelhos e perene, fica um bom tempo com você. Acredito que risotos e massas a base de cogumelos sejam uma boa harmonização. 
Agora vamos falar o Tito Zuccardi La Consulta 2010, um blend de Malbec (83%), Cabernet Sauvigon e Caladoc. Seu Tito, pai de José Alberto, faleceu no início deste ano, foi ele que iniciou a Vinícola já no distante ano de 1963 em Maipú, província de Mendoza. 
Este vinho foi produzido no Terroir de La Consulta, no Valle de Uco, é um produto que busca expressar a qualidade dessa terra. De cor rubi viva e intensa, tem painel aromático clássico dos vinhos a base de Malbec, frutos negros em compota, pimenta negra, ervas, cravo e cana. Na boca é largo, um vinho corpulento, denso e de grande volume tânico, mas estes taninos estão maduros, final confirmando os frutos em compota e persistente ao palato. Um vinho potente em busca da elegância que só os anos trarão, eu guardaria por mais 03 anos! 
Como pode se perceber o Emma e o Tito se complementam como um casal, como foram na vida. Enfim são dois vinhos de ocasião, para brindar grandes momentos! Você pode encontrá-los na Ravin
Forte Abraço!

Château La Motte Conquista 93 pontos no Guia Brasil as Cegas!!!

Foto: Vivendo a Vida
O Guia Brasil as Cegas avaliou mais de 800 vinhos de todo o mundo e entre os vinhos franceses, o Château La Motte foi um dos grandes destaques! Este Bordeaux obteve 93 pontos e sai por R$ 55, uma barganha! Por isso ele ainda emplacou o Selo Boa Compra do Guia!
O Château La Motte fica na cidade de Saint Androny, próxima ao Medoc, possui 26 hectares a base de uma antiga fortaleza da Idade Média. O vinho estagia 12 meses em barricas de carvalho francês e é um blend de Merlot (87%) e Cabernet Sauvignon (13%). É importado para o Brasil pela Grand Cru
Você pode conhecer esse e outros vinhos de qualidade e baratos adquirindo o Guia Brasil as Cegas pelo e-mail: brasilascegas@hotmail.com ou pelo Mercado Livre clicando aqui! 
Forte Abraço! 

Viñedo de Los Vientos Tannat 2010


Bom... eu sou fã dos vinhos uruguaios, muito fã dos vinhos uruguaios! Adoro Tannat, na verdade gosto de tudo que fazem por lá... 
Aí domingão desses... costelão no fogo... Estava pronta a oportunidade para abrir um Tannat uruguaio!!! E assim foi... 
Escolhí um Tannat da Viñedo de Los Vientos, safra 2010, capítulo a parte é o rótulo, lindíssimo! O vinho era tudo que eu esperava, encorpado e aromático. 
Na taça aquela cor rubí com suave reflexo violáceo, aromas de flores, frutas vermelhas e negras em compota, especiarias como pimenta, cravo e canela. Aromas de cacau e de couro completavam o painel. Bem complexo! 
Na boca bom equilíbrio, ainda potente, mas com boa acidez e carga tânica elevada, mas macia, casou com a costela! Retrogosto das frutas em compota confirmando na boca! Belo vinho! 
Forte abraço!

Marco Luigi Brut 10 Anos - 2001


Esse é um espumante diferente e com uma proposta interessante! O Brut 10 anos, como sugere o nome, fica em contato com as leveduras por 10 anos!!! É tempo hein!!! Isso denota o objetivo de fazer um espumante altamente complexo. 
O Brut 10 anos é um espumante feito pelo método tradicional, clássico, conhecido por Champenoise, consiste em realizar a segunda fermentação em garrafa, gerando o gás carbônico neste processo. É o método de Champagne... 
Foram produzidas 1.500 garrafas deste espumante que é elaborado com Chardonnay e Pinot Noir, além do Brut a Marco Luigi produz um Nature com a mesma proposta! A diferença entre Brut e Nature reside no açúcar residual do vinho. No Nature são permitidos até 03 gramas de açúcar residual, no Brut são permitidos entre 6,1 e 15 gramas. No meio dos dois fica o Extra Brut, tipagem pouco produzida.
O Brut 10 Anos é um espumante amarelo ouro, sem reflexos, de perlage fino e persistente. Os aromas trazem frutas secas e notas de fermentação como pão torrado e cogumelos. Na boca as frutas secas dominam, acidez alta e estrutura média. Em alguns momentos deu uma sensação metálica, parecia que estava passando. 
Eu prefiro espumantes mais vivos e com fruta mais presente, mas não posso negar que a curiosidade de experimentar um espumante envelhecido com as leveduras é atrativa, além de ser um baita aprendizado! 
Forte Abraço!

Humberto Canale Old Vineyard Riesling 2012 #CBE


Hoje é dia primeiro, e dia primeiro é dia da Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE), como o amigo já sabe, um confrade escolhe um tema e os demais escrevem sobre ele, os temas são dirigidos sempre a degustação de vinhos. 
Os vinhos degustados ao longo do mês, são postados no dia primeiro do mês subsequente. Essa "brincadeira" está completando 08 anos em agosto!!! E a cada dia que passa mais winebloggers participam e querem participar! 
Posto isso, vamos falar do tema do mês de abril: Riesling! Escolhido pela brilhante Evelyn Fligeri do excelente Taças e Rolhas. Eu sempre fico feliz quando a escolha do tema foge dos tintos, é oportunidade sempre de expandir horizontes, o enófilo é ávido por novas experiências! 
Eu decidi me arriscar com um Riesling argentino, mais precisamente da Patagônia. Um escolha diferente, já que Riesling associamos a Vinicultura Alemã, referência absoluta nesta casta, é no Mosel e em Rheigau que, sem dúvida, se produzem os melhores Rieslings do Mundo. 
Mas eu queria experimentar esse vinho há algum tempo, ele sempre flertava comigo nas prateleiras da Rosso Bianco, loja de vinhos aqui de Jundiaí pertencente ao bom amigo Tiago Ribeiro. 
Adoro os vinhos da Patagônia e a Humberto Canale em especial, vinícola centenária que já está na quarta geração e faz muita coisa boa!!! Esse Riesling é produzido a partir de vinhedos que foram plantados em 1937, mais um bom chamariz!
Então o trouxe para casa, gelei o danado e preparei um risoto de peru com maçãs para o jantar. Na taça cor amarelo palha com reflexo verdeal ainda presente, os aromas eram de ordem primária, remetiam a maçã, laranja e peras frescas. Nada dos nuances minerais, característicos da casta. Na boca médio corpo, boa acidez, ponta doce e nenhum sinal de álcool ou amargor. Retrogosto confirmou as frutas. 
Um vinho gostoso, mas que não é um Riesling característico, faltou mineralidade e acidez, portanto uma experiência diferente. Se vale ser provada? Com certeza! Acho que sempre vale. Se vale ser repetida, tenho minhas dúvidas... 
Forte Abraço!

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