Vinã Maipo Brut, Refrescante!!!


A Viña Maipo é uma das grandes no Chile, tem uma linha bem ampla de produtos, muitos bem interessantes. É conhecida especialmente pelos seus vinhos tintos e pelo bom custo benefício que seus produtos apresentam. 
Tive a oportunidade de experimentar esse espumante quando visitei Paraty em setembro, era uma tarde de calor, queijos fizeram companhia a taça. 
Viña Maipo Brut é um corte de Chardonnay, Riesling e Chenin Blanc. Apresenta aromas de frutos tropicais frescos, abacaxi, maçã verde, laranja, etc. Pode-se perceber aromas de fermentação quando o espumante está menos frio. 
Na boca ele confirma os frutos tropicais, possuí boa acidez, corpo médio e um final agradável e perene. Foi bem com o calor e com os queijos, fico com essa harmonização para futuras oportunidades. 
Forte Abraço!

Dolcetto D'Alba DOC Colombé 2013


Dolcetto D'Alba é um vinho clássico do Piemonte, produzido com a uva de mesmo nome: Dolcetto. É inegavelmente um vinho agradável e porque não dizer, dócil! 
Eu acredito que os vinhos mais leves, simples e fáceis são as melhores opções para brindarmos o verão, especialmente este infernal que estamos vivendo. Dolcettos são vinhos que se encaixam nessa descrição. 
O Colombé 2013 é um vinho de muita qualidade, um Dolcetto típico! Aromas intensos de frutos vermelhos frescos e ervas. Na boca apresenta estupenda acidez, retrogosto frutado e taninos finíssimos. 
Vai muito bem com aperitivos como uma tábua de frios, mas eu prefiro mesmo é com uma boa pizza! 
Forte Abraço!

Salton Reserva Ouro Brut Combina com o Verão!


Os espumantes nacionais estão cada vez mais presentes nas taças do consumidor, são, na minha opinião, o que os produtores tupiniquins fazem de melhor, pois conseguem aliar boa qualidade e preços mais módicos, portanto são vinhos campeões no quesito: Custo-benefício. 
Produzido pela centenária Vinícola Salton, o Reserva Ouro é um corte a base de Chardonnnay (70%), Pinot Noir (20%) e Riesling (10%) acompanham. Como a segunda fermentação ocorre nas autoclaves (tanques herméticos) ele é produzido pelo Método Charmat.
A degustação do mesmo confirma a  predominância da Chardonnay e o estilo Charmat, o que, pessoalmente me agrada. Na taça temos um espumante amarelo palha, de perlage fino e intenso, do estilo barulhento. 
Os aromas trazem predominância de frutas cítricas frescas como abacaxi, mas tem complexidade e com um pouco mais de tempo na taça e temperatura mais elevada pode-se perceber as notas de fermentação, como pão tostado e frutos secos. 
Na boca combina com o Verão! Fresco e agradável, este espumante escorrega bem! Para quem é mais detalhista pode perceber que o espumante forma com a saliva um mousse de boa cremosidade, sinal de qualidade. 
Bebi num final de tarde ensolarado, a beira de uma piscina numa pousada em Paraty... acho que é o caso desse vinho, não harmonize ele com pratos e sim com ambientes ou situações,  vai bem com festas e amigos e vai muito bem quando estamos falando de relaxar! 
Forte Abraço! 

Sempre confiável, Alamos Malbec!


Não é de hoje que a Catena Zapata tem seus vinhos aclamados pelos críticos e, mais importante, por nós consumidores. 
A linha Alamo é a de melhor custo benefício da vinícola, em que pese já ter sido mais barata... É uma linha bem ampla apesar de focar nos varietais brancos e tintos, possuí também um rosé, um espumante, além de um corte de 03 uvas, com o nome de Red Blend. 
O Alamos Malbec é obviamente o carro chefe da linha, afinal a Malbec é a uva emblemática da Argentina. Ele é um vinho de pegada moderna, que agrada a todos. Aromas frutados, típicos da casta como ameixas, morangos e cerejas, na boca corpo médio, acidez mediana, taninos em profusão e maduros. 
A melhor descrição para ele é confiável, safra após safra demonstra qualidade na taça. Vai muito bem com aquele churrasquinho que fazemos nesses dias quentes de verão, pode deixar a cerveja de lado, abrir uma Alamos Malbec e sorrir! 
Forte Abraço!

GSM Blanc 2012 J. V. Fleury


Já faz algum tempo que bebi este vinho, numa véspera de feriado com um bom amigo para ser um pouco mais preciso, sem deixar de ser vago... Abrimos despretensiosamente e foi uma bela experiência, um vinho leve, delicado e com boa complexidade! 
Era uma quarta e eu estava fazendo um risoto de cogumelos, acho que com bacon, antes de devorarmos o mesmo, apelamos para a politicamente correta Salada de folhas. Entre uma alface e outra, um gole deste vinho branco francês! 
Maduro, já de cor amarelo ouro, apresentava aromas de frutas cítricas e brancas como abacaxi e pêssego, como disse frutas maduras. Nuances de mel e um toque floral traziam mais elegância ao vinho. 
Na boca confirmou as frutas, bom equilíbrio entre untuosidade e acidez, leve mas de retrogosto perene, marcante! Daqueles vinhos que facilitam os sorrisos e que aumentam os elogios assim como o volume da conversa... risos 
Esta maravilha é produzida pela Vidal-Fleury, hoje pertencente a família Guigal. As uvas são 50% Greenache Blanc, 35% Marsanne e 15% Sauvignon Blanc, o detalhe é que após a prensagem, a maceração é feita apenas com as cascas da Sauvignon Blanc. Descansa 03 meses em tanques de inox. 
É comercializado pela Ravin por R$ 76 e vale o investimento! Apenas pedimos a importadora que corrija a ficha técnica do vinho no site, pois atualmente está apresentando do GSM tinto.
Forte Abraço!

Les Amis Bourgogne Pinot Noir 2011


Borgonha sempre causa muita expectativa! E estávamos lá, a postos, para mais um Winebar que trazia 03 vinhos, um deles era este Borgonha. 
Entendo que cada vez mais se valorizam as uvas no gosto moderno do consumidor, mas admito que estranhei bastante um Borgonha levar o nome Pinot Noir no rótulo, pode ser chatice minha, provavelmente é, mas eu acho que sou retrógrado mesmo, Borgonha não precisa do nome da uva, ponto! 
Bom, passado o estranhamento e alguns poucos dias na adega, a noite do Winebar havia chego, era hora de desarrolhar o danado! Na taça o vinho trouxe o empolgante rubi translúcido e poucas lágrimas, apenas 12,5% de álcool. 
Os aromas são intensos porém bem planos, muita fruta vermelha fresca. Na boca, a típica leveza, boa acidez, taninos finos e final mediano. Enfim um Borgonha de entrada, mas um pouco simples nas minhas impressões. 
Está sendo comercializado por R$ 125 na Expand
Forte Abraço!

Les Amis Brut Rosé, Leve e Refrescante!


Eu confesso que quando recebí a garrafa deste espumante para mais uma degustação do Winebar, fiquei desconfiado... Um espumante de Greenache não é lá muito comum, assim como me saltou os olhos o fato de ser da Provence, região pródiga em vinhos rosés... admito que pensei: "Bom, pelo menos está na cor certa..." 
Eu sou daqueles que prefere a simplicidade nos espumantes e quando lí Vin Mousseux no rótulo, gostei! Vin Mousseux quer dizer apenas Espumante, simples e direto! E assim é o vinho também... 
Cor rosé denotando sua origem, um lindo 'casca de cebola', lembrando os melhores e mais delicados rosés da Provence, perlage intenso, bolhas finíssimas, aromas de frutas vermelhas e pêssego. 
Na boca apresentou delicadeza, leveza e frescor! Formou bom mousse ao palato e apesar de marcante é fugaz, convidando ao próximo gole. Experimentei no Nakoo Sushi em Jundiaí, onde paguei R$ 15 pela rolha, já que levei o vinho. Foi bem com a maior parte da comida japonesa, mas falta acidez para acompanhar os sashimis

Na minha modesta opinião fica melhor com legumes grelhados ou assados, acompanhados de algum molho da culinária asiática, como os que degustei no Shambhala Spa Lounge em Paraty.


O Les Amis é importado com exclusividade pela Expand, que o comercializa por R$ 65 e cedeu gentilmente o vinho para degustação no Winebar
Forte Abraço!

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